sexta-feira, 24 de junho de 2016

TV Metrópole comete gafe com Cavaleiros; e mais outra com série tokusatsu

Seiya falando português e com legendas (Foto: Reprodução/TV Metrópole)

A TV Metrópole de Caucaia (região metropolitana de Fortaleza) continua exibindo séries clássicas sem pagar os direitos de transmissão, tudo na base da pirataria e na cara de pau. Na noite desta quinta (23) o canal cometeu mais duas gafes imperdoáveis para os padrões de TV.

A primeira foi durante um episódio de Os Cavaleiros do Zodíaco, na saga de Asgard, quando Seiya enfrenta o Guerreiro Deus Thor de Phecda. Tal foi exibido com dublagem (versão da extinta Álamo) e inteiramente com legendas (Cuma???) do tipo dubsub (legendas baseadas na dublagem). Isso por si já condena a fonte que é de material alternativo. Não é a primeira vez que a TV Metrópole comete esse tipo de erro grotesco. Há uns dois ou três anos atrás o canal chegou a passar um episódio dublado do clássico Perdidos no Espaço com legendas. A fonte era do material oficial lançado por aqui em DVD no começo dos anos 2000.

Na mesma noite a Metrópole "estreou" Flashman, série tokusatsu de 1986, da franquia Super Sentai. Logo no começo do episódio a fala da introdução ficou em japonês (sem a narração do saudoso Francisco Borges dizendo "Um dia, cinco crianças foram raptadas da Terra e levadas aos confins do Universo. E após 20 anos..."). Um susto, pois pensei seria exibido um episódio em RAW na TV aberta, mas o restante dos diálogos estavam com a velha dublagem (também da Álamo) que conhecemos e que sabermos na ponta língua. Porém, o título do episódio estava em português e ainda apareceu o endereço de e-mail da pessoa que havia fornecido o material alternativo anos atrás.

Exibição de quinta categoria e sem um pingo de consideração ao sofrido mercado de séries japonesas e ao público. Há quem ainda apoie esse tipo de lambança vexaminosa, né? Imagine aí essas mesmas gafes acontecendo num canal sério como a Globo ou a Band, por exemplo. Seria motivo de mimimi na certa e com toda a razão. Não dá pra engolir essa não.

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