quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Arrow - uma rápida análise da segunda temporada

Nesta terça-feira (23) foi ao ar o final da segunda temporada de Arrow pela Warner Channel Brasil. Um tanto atrasado, já que a vigente 

terminou há quatro meses atrás nos EUA. A terceira vem aí em outubro, tanto nos states como também por aqui em "terras brasilis".

A temporada se destacou pela aparição de Sarah Lance durante quase todos os episódios. O mais estranho foi na primeira temporada ela foi interpretada pela morena Jacqueline MacInnes nas cenas de flashback. E já na segunda é encarnada pela loira Caity Lotz. Controvérsias à parte, ela até que convenceu bem nas cenas de ação. Logo o quebra-cabeça em torno do passado de Oliver Queen nos anos em que o mesmo passou na ilha justificaram a sobrevivência da personagem, que assumiria a identidade de Canário Negro.

Outro ponto que tenho que destacar é a introdução de Slade Wilson/Exterminador na trama. Todo o desenvolvimento foi um belo preparo para o clímax que vinha com um caos que deixou Starling City em alerta vermelho. As batalhas finais entre Oliver e Slade, em ambas as linhas do tempo, foram espetaculares.

O roteiro teve alguns subtramas que seguraram o tranco, como a relação de Oliver com a sua mãe Moira, por exemplo. Tinha lá as cenas entre Thea e Roy que eram bem chatas e forçadas. O rapaz até que é pacato, mas a irmã de Oliver é um porre. Thea é provada como a personagem mais mala da série quando dá de cara com Malcolm Merlyn, que é na realidade o seu pai. Outros pontos a serem citados são a aparição de Barry Allen/Flash em um dos episódios (apenas como civil); e a ausência de Tommy Merlyn, que deve voltar futuramente em algum lugar do enredo.

Estranhamente a Warner exibiu Arrow na versão dublada, o que deveria acontecer apenas como opção de horário alternativo de programação. O título em português atende por "Arqueiro". Coerente? Sim, mas não soa legal como no original. O elenco carioca de dublagem fez um bom trabalho como sempre. Gostei demais da voz de Ricardo Schnetzer (a.k.a. Luiz Fernando, Carlos Daniel, Nicolas Cage...) como Slade. Sensacional.

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