sábado, 24 de agosto de 2013

Chaves - a liderança do humor genial


Hoje faz exatamente 29 anos da estréia de Chaves e Chapolin no SBT. Parece que foi ontem, hein! E hoje cedinho (6:00-7:00) passaram três episódios: O arco do aniversário do Professor Jirafales que faz a ligação com a inauguração do restaurante da Dona Florinda; e o episódio "Guerra é Guerra", aquele que o Seu Madruga aparece com uma espingarda  -- que há muito tempo não via.

Incrível como o seriado ainda faz sucesso depois de todos esse anos e me faz rir como nunca. Talvez seja pela exibição aleatória que sempre teve aqui. Ou seja, toda vez uma surpresa de qual episódio vai passar, justamente pelo fato da série não ter uma cronologia rígida (começo-meio-fim) como nas séries americanas e japonesas, por exemplo. Penso que essa seja a fórmula para a perpetuidade do programa no Brasil. Teve lá umas duas vezes na década passada em que o "nosso" querido patrão Silvio Santos (Quem quer dinheirooooooooo?) queria tirar do ar a atração do "garoto do número oito" e a vez e voz dos fãs de Chesperito se manifestaram para isso não acontecer. Teve também na mesma época uns rumores de que o Chaves passaria na Globo. Se assim fosse, a coisa não ia dar certo e seria um convite a um naufrágio de qualidade rumo ao baú -- da infelicidade. kkkkk... Enfim, Chaves sempre foi a cara do SBT e vice-versa. São carne e unha. O sucesso de ambos tem uma certa cumplicidade. O que é lamentável é que atualmente o Chaves está resumido a passar apenas nos finais de semana. Fora que o Chapolin saiu algumas vezes da grade programação, voltou um certo tempo e está de volta ao baú (aquele que eu citei agora pouco que não é do Silvão).

Não sei se seria um exagero afirmar, mas penso que o Roberto Bolaños poderia até ser comparado ao nosso saudoso Chico Anysio. Claro que ambos tem criatividades e linhas diferentes, mas é incontestável que os dois são grandes gênios do humor na América Latina em seus respectivos países. Não se fazem mais humor como eles. Em tempo, Chaves continua mais que atual para uma produção dos anos 70 e é uma referência a ser seguida para o humorísticos de hoje. Ainda há uns poucos poucos programas de comédia criativos contra um monte de lixo que nem valem pena assistir. Chave continua invicto e triunfal há mais de 40 anos.

Algum leigo poderia dizer: "esse programa é besta demais". Sim, é uma besteira que diverte, agrada a quem olhar e sempre apresentou boas lições que só os fortes percebem nas entrelinhas. Coisa rara num programa infantil dos nossos tempos.

PS: Uma curiosidade fútil pra descontrair o papo. Essa pode não ser uma novidade para os fãs antigos de Chesperito. Deixo mais para os fãs da nova geração que manjar alguma coisa sobre dublagem pra decifrar a foto abaixo. Tá facinho facinho. Café com leite e mamão com açúcar. Hahahaha!!




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