sábado, 28 de dezembro de 2013

Pitaco - Zorro enrolado no "nó da vela"


Alguém já assistiu no Sony Spin a novelinha colombiana do Zorro? Zorro, La Espada y la Rosa foi uma produção colombiana de 2007 e tem 112 capítulos. Tá certo que já tinha passado na TV aberta, foi despercebido e quase ninguém lembra. Esses dias eu finalmente parei pra ver alguma coisa, pois não conhecia nada. De todas as histórias contadas do justiceiro mascarado já feitas até hoje, essa é estranha e ao mesmo tempo interessante. Aqui o Zorro luta contra a tirania de um governador que quer lascar o povo da antiga Califórnia do século XVIII. Até aí tudo bem. Só que o herói de capa preta tem que dividir a cena com vários temas paralelos. Tipo, um soldado que é o "Ricardão" de uma mulher casada, chifre sendo serrado, a amada do Diego de la Vega sofrendo na prisão, cartomante invocando os "ispritos" de adivinhação, conflitos pessoais, lenga-lenga, e tudo mais no melhor estilo latino-americano. O Zorro que é bom pra lutar aparece pouco. Se aparece, é só como Diego mesmo e o resto é consequência. Sem contar que o ator que faz o Alejandro de la Vega (o pai do Diego) parece ser um pouco mais novo do que deveria. Enfim, pra quem é fã inveterado do Zorro talvez possa ser uma boa pedida. E haja paciência pra desamarrar esse "nó cego" até o fim.


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Despedida em início de programa


Uma das coisas mais esquisitas em rádio é deixar de se despedir em um programa que se apresenta. E quem deixa pra se despedir no programa seguinte? É o que acontece na Tempo FM (103,9 Mhz de Fortaleza). Ao encerrar o programa Tempos Dourados às onze da noite, a locutora Alice Maia sempre deixa pra se despedir no programa seguinte, o Para Ouvir, Sonhar e Amar. É a única emissora que eu ouço isso acontecer. Isso é feio pra qualquer estação. Principalmente para uma que é top de linha no rádio local. Se a moda pega...



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Fazendo justiça

Falando no programa Tempos Dourados, pra quem não sabe, esse é o carro-chefe da estação desde a sua estreia há um quarto de século. Lá só toca as baladas românticas nacionais e internacionais dos anos 60, 70, 80 e 90. Sempre que posso, eu paro pra escutar à noite. Já que cresci escutando as mesmas. Poxa! Bateu até saudade das vinhetas antigas, do tempo que eu era moleque. Até hoje ecoa na minha cabeça.


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Fazendo justiça 2

Salvo a gafe, Alice, que era locutora de programas de forró, agora está no local certo e jamais deve sair do segmento atual. Tenho que elogiá-la pela performance em que apresenta o programa e por sua belíssima e apaixonante voz.


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Falta de reconhecimento

Ontem na Retrospectiva 2013 da Globo, no momento em que citavam as celebridades que se foram nesse ano, esqueceram de citar o Valter Santos, o dublador do Camus de Aquário em Cavaleiros do Zodíaco. Sim, pois como ator ele já havia trabalhado em várias novelas da emissora e merecia ter seu espaço na memória do público. Agora não sei o que é pior, se é a Globo ignorar a existência do rapaz ou se são alguns fãs do anime que ignoram a desfeita do canal. Lamentável!


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Duas dedadas de prosa

Na quinta-feira, 19, eu dei uma olhada no quadro Dois Dedos de Prosa do Programa do Ratinho. Eis pra surpresa de todos, o convidado seria nada mais e nada menos que o "Apóstolo" Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus. Pra quem não lembra, o Ratinho tinha denunciado o ex-IURD por, digamos, explorar a boa fé dos fieis do seu templo com um número excedido de "cascalho" ($$$). Daí Valdemiro entrou na briga e processou o "camundongo" amigo do povão. Pra fazer as pazes, Ratinho convidou Valdemiro pra bater um papo como dois velhos amigos que se conheciam há milênios. Quem assistiu, deve ter notado que a prosa foi extremamente falsa. Coisa de "Coxinha". Duro mesmo foi ver o Ratinho levar tudo como se nada tivesse acontecido e Valdemiro dizer no final da conversa que eles eram como "dois irmãos que brigam e se amam". (?!) Ah, vai. Isso é conversa pra boi dormir. Essa piada foi uma das mais sem graça que já passaram no programa. E os dois dedos dessa prosa fizeram aquele velho gesto indecente pro povão que um dia foi defendido em rede nacional e agora foi esquecido de vez.



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