segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

E foi-se Paul Walker


Poxa, ainda não caiu a minha ficha quanto a morte do Paul Walker no sábado (30). Quando soube da morte dele, pensei que fosse mais uma daquelas pegadinha infames que se vê no Facebook. Rapidamente corri atrás dos sites de notícias e infelizmente era verdade. Queria ter comentado sobre o assunto ontem, mas não parei quieto o domingo todo. Mesmo atrasado, não poderia deixar de falar dele.

Paul morreu com uma coisa que ele gostava e era "perito": velocidade. Assim como James Jean, conhecido pelo filme Juventude Transviada em que competia em rachas, morreu num carro de mesma marca -- um Porsche -- do carro em que estava o jovem estava. Tá certo que era o amigo que estava dirigindo o carro. Mas não tem como a tragédia ser menos irônica. Ele já havia participado de alguns filmes e séries, mas ele se consagrou mesmo na franquia Velozes e Furiosos, da qual a sétima parte, prevista para 11 de julho de 2014, estava em fase de gravação. Não se sabe ao certo se os trabalhos darão continuidade ou se serão cancelados. Isso é o que menos importa agora. O momento é de luto e de condolências.

Não sou um grande fã de Velozes e Furiosos, apesar de acompanhar a série desdo o primeiro filme. Aliás, os dois primeiros me empolgaram mais. Gosto da interpretação do Paul na pele do seu personagem, Brian O'Conner. Sua interação com o ator Vin Diesel (o Dominic Torreto) nas contracenas garantem boas doses de ação e sarcasmo. O ator sempre se mostrava pacato. Gostava de apoiar causas humanitárias, como estava fazendo no evento Reach Out Worldwide para ajudar as vitimas do Tufão Haiyan nas Filipinas. Evento este em que veio a falecer.

Paul chegou a participar de alguns seriados de TV quando mais novo. Pode ser visto suas atuações em filmes como Os Irmãos Id & Ota, Sociedade Secreta e tantos outros. Agora, ficam as lembranças de um cara que marcou uma geração no cinema mundial. Vá com Deus, Paul!

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