terça-feira, 20 de janeiro de 2015

As Noivas de Copacabana foi a melhor produção onde Miguel Falabella esteve

Miguel como o inesquecível serial killer Donato Menezes (Foto: Divulgação/Globo)

Tá certo que hoje em dia a imagem de Miguel Falabella esteja atrelada a personagens de humor, como Caco Antibes do clássico Sai de Baixo. Mas antes de cair no Largo do Arouche, Miguel interpretou um dos melhores personagens de sua carreira. Ou senão, o mais sombrio. A minissérie brasileira As Noivas de Copacabana (de 1992) retorna hoje à tela da Globo a partir das 23h00, como parte das comemorações de seu cinquentenário. Tendo parte do projeto Luz, Câmera, 50 Anos, o drama de 16 episódios será apresentado de uma vez nesta noite em formato de telefilme. Como a Globo vem apresentando durante este mês com algumas outras produções da emissora carioca.

Para quem ainda não teve a oportunidade de assistir, a história conta sobre o serial killer Donato Menezes (vivido por Falabella), que por uma certa razão é obstinado por mulheres vestidas de noiva. Sem deixar vestígios de suspeitas, Donato trabalha como restaurador de obras de arte e é noivo da bela Cinara (interpretada por Patrícia Pillar), por quem tem dificuldades de se relacionar.

Mantendo uma vida dupla, Donato investe no mal procurando anúncios de vestidos de noivas colocadas nos jornais, com a finalidade de aproximar-se delas e conquistá-las. Independente de suas classes sociais. Ele ceifa suas vítimas ao pedir para que elas vistam como noivas, em momentos românticos, e as executam de forma inescrupulosa.

Miguel interpretou Donato como nenhum outro jamais poderia, pode ou poderá realizar nesta vida. Sem dúvida alguma, ele era o ator certo para dar vida ao personagem. É impressionante a atuação passada por ele. Ora Falabella era um pacato cidadão que tocava seu trabalho e seus problemas, ora afluía sua fria psicopatia demoníaca. Um exemplo perfeito de vilão que não se perdia nas suas próprias mentiras. Era um calculista perfeito e que talvez nenhum outro foi tão bem atuado como Falabella atuou. O ator é mais que um verdadeiro mestre do improviso. Um multitalentoso ímpar como nunca veremos igual na teledramaturgia nacional.

Curiosamente, a única falha na trama é por algumas datas do ano de 1989 (época onde a história é contada) não baterem com os dias da semana que caíram naquele calendário. Um furo de roteiro curioso, se formos analisar. Claro que isso não é nada que venha a estragar o desenvolvimento. As Noivas de Copacabana é uma obra que vale a pena ser acompanhada e apreciada, tanto pela trama quanto pela desenvoltura de Miguel.

Jamais haverá outro vilão tão bem construído nas séries brasileiras como Donato Menezes.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Pitaco - Rebobina estreia com momentos contrangedores

DJ Zé Pedro e seus convidados do primeiro episódio (Foto: Divulgação/Viva)

Depois de muita divulgação, finalmente estreia no Canal Viva o programa Rebobina, apresentado pelo DJ Zé Pedro. O mesmo que dividiu espaço com Adriane Galisteu nos programas Superpop (1999~) e É Show (2000~), respectivamente nas emissoras RedeTV! e Record. O programa tem como objetivo desenterrar determinados assuntos da gloriosa e longínqua década de 80.

E o primeiro de cinco episódios, que foi ao ar nesta quarta (14), teve alguns momentos acima do trash. O que foi Zé Pedro fazer chamada para o break comercial e começar a dançar de repente o tema principal do filme Flashdance, "Flashdance... What a Feeling" da cantora Irena Cara? Algo estranho. Mais bizarro ainda foi quando em seguida a cantora Silvia Machete jogou um balde com confetes no apresentador. Nonsense puro.

O cúmulo da tosquice mesmo foi um quadro onde os convidados tiveram que fazer confissões (a la polícia) quanto à coisas que eles fizeram na época e tem guardam vergonha nos dias de hoje. Quem caiu vermelho mesmo foi Nelson Freitas quando disse que já usou gravata de croché. Ok, quem precisa saber ou tentar se lembrar desse tipo de coisa? Mico total. Sem contar que a atriz Letícia Spiller ficou visivelmente sem jeito em toda a edição e se perdia em alguns casos. Ela tentava dar uma disfarçadinha, mas não deu.

Fora isso, o programa tem uns pontos legais. Debateu momentos da chamada "geração dourada" e destacou músicas como "Menino do Rio" de Baby do Brasil e filmes com as participações do ator André De Biase, por exemplo - incluindo a série de TV Armação Ilimitada. O problema é que o programa tem duração de meia hora e tudo é muito rápido. Poderia ter o dobro do tempo como foi naqueles episódios especiais do extinto Reviva em 2012.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Guerra Lendária de Power Rangers decepciona amargamente

Jason David Frank de volta como Tommy Oliver

Nem foi ao ar ainda pelo Cartoon Network brasileiro e já saiu a versão dublada do final de Power Rangers Super Megaforce na internet. Lá acontece a tão esperada e comentada Legendary Battle, que nada mais é que a versão americana da Legend Taisen ocorrida na série japonesa Kaizoku Sentai Gokaiger (de 2011).

[SPOILERS]

Fazendo uma comparação básica, a guerra americana dos Rangers foi um fiasco só. Não teve a mesma emoção quanto aquela que homenageou todos os Super Sentais de até então. Nem precisa ser assíduo às duas últimas temporadas (incluindo o Megaforce) que quem manjar - de pelo menos das versões originais - percebe que a Saban deu aquela forçada de barra na história. 

Tipo, os Rangers aparecem reunidos para enfrentar os soldados e fim. Nem cito sobre a luta entre os Rangers contra The Armada por ser outro assunto. O foco é quanto à reunião que ficou apenas para o final. Tudo sem graça e nonsense. Sem contar podemos ver alguns furos como o "Ryu Ranger" (de Dairanger) surgir do nada no meio dos Rangers oficiais (americanos). Os Alien Rangers (Kakuranger) também entraram de gaiatos do acaso. Fora a luta ser resolvida pelo tiro dos canhões e o mais estranho: a saída dos Rangers lendários como o mesmo efeito que descreveu o sacrifício dos poderes dos Super Sentais na Legend Taisen.

Resumindo: Nem precisava ter essa "guerra" (que de assustadora não teve absolutamente nada). Melhor dizendo, não precisava ter uma adaptação de Gokaiger. A série dos tripulantes do Gokai Galeon é inadaptável por natureza. Veja bem, aqui não é um papo de "saudosista-mancheteiro". Gosto sim de Power Rangers e curto a fase clássica da Saban (de Mighty Morphin até Força do Tempo) com todos os defeitos que tem. Mas Power Rangers Super Megaforce, juntamente com Power Rangers Samurai/Super Samurai, são exemplos de uma ousadia atrevida da detentora americana em querer ganhar lucro criando subtramas por cima de séries que tinham raízes próprias. O resultado é intragável. Talvez a temporada campeã em furos de edição. Ou o que é, por exemplo, aquele take cortado da Ranger Key do "Change Dragon" e logo em seguida ter um "Red Mask" no lugar?

Sobre a dublagem, as vozes do elenco principal são horríveis. Não combina em nada. Imagine então ouvir as vozes de Tommy, Wes e Cassie modificados? Melhor seria se os trabalhos ainda estivessem sendo feitos no Rio de Janeiro.

Enfim, Power Rangers Super Megaforce e principalmente está "batalha lendária" são coisas pra serem esquecidas pra todo o sempre.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Em Cross Ange, Tusk prova que pode ir mais na trama

O beijo entre Tusk e Ange

E foi mais ou menos assim no episódio 14 de Cross Ange: Tenshi to Ryuu no Rondo deste fim de semana. Tusk provou que pode ir mais além do que um personagem, digamos, "filler". Foi bom vê-lo sair daquele lado hentai da coisa e ter seu lado emotivo explorado.

[SPOILERS]

Antes de qualquer coisa, tem explicação aquele salto no tempo para mais de 500 anos no futuro? Como aconteceu isso? De repente vemos Ange, Tusk e Vivian (que foi transformada em um DRAGON há dois episódios atrás) num mundo devastado por uma guerra mundial. A sétima pra ser mais exato. E de início faz parecer que eles são os únicos sobreviventes na Terra.

O momento ápice do episódio da semana foi o diálogo entre Ange e Tusk sobre seus passados, frustrações, medos e aprendizados. Deu pra ver que loira meio que queria se atirar para o rapaz, que até pouco tempo dava uma de trapalhão pra ter a desculpa de dar uma "beliscadinha" nela ou mesmo cair de cara naquela parte acolá.

Teve o tal beijo entre eles. Não esperava que fosse tão cedo. Ou melhor, nem esperava isso. A possibilidade disso acontecer era mínima e nem me pergunte o por quê. A verdade é que Tusk mostrou que tem potencial para seguir na série a ponto de ser marcante para a trama. Provavelmente ele permaneça por mais tempo neste cours de inverno ao lado da nossa heroína.

Quanto ao salto no tempo, talvez o tal Embryo esteja relacionado ao fato. Tomara que o rumo não se perca até o final.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Em Kamen Rider Drive, Medic promete como trunfo da vilania

A Roidmude renascida

Que Go Shijima, o Kamen Rider Mach, pode surpreender, é um fato. Afinal, assim como os demais Riders secundários, ele pousa de canastrão, mostra seus poderes e acaba surpreendendo mais que o próprio herói principal. Normal. Como o novo herói vai se desenvolver já são outros quinhentos.

Quem deve surpreender mesmo é a nova vilã da série, a Medic. A Roidmude acordou depois de ter adormecido por um certo período. Não se sabe bem os motivos ainda. Só em ela ter poderes para ressuscitar os monstros derrotados pelo Kamen Rider já é algo para se apostar alto nela. Verdade, ela mal apareceu. Mas não dá pra negar que isso pode dar um trabalhão para os heróis e complicar a vida deles.

Espero que Medic fique pelo menos até os últimos episódios de Kamen Rider Drive. Tem tudo para crescer futuramente, assim como Kiriko e Chase também podem.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

5 motivos para assistir Dog Days

Os protagonistas de Dog Days

Neste sábado (10) começa no Japão a terceira temporada do anime Dog Days, intitulado como Dog Days'' (Dog Days Double Dash). Listo aqui alguns pontos que considero importantes para se acompanhar esta divertida e singela série:

1) História - Lembra um pouco animes antigos como As Guerreiras Mágicas de Reyearth pelo fato do protagonista Cinque Izumi ser transportado para um mundo mágico. Sim, tem uns lances "kawaii" e até "moe" no meio (sim, senhor), mas Dog Days é muito mais que isso. De cara, a história cativa o telespectador desde o primeiro episódio, pelo ritmo aventureiro.

2) O herói - Cinque Izumi é um esportista nato que é convocado para ser o yusha e defender a República de Biscotti, no mundo de Flonyard. Impossível de não gostar deste que, além de possuir grande bravura, é um personagem querido pelas garotas que estão em sua volta. Cinque também fica encabulado quando alguma de suas companheiras perde a batalha. Só mesmo assistindo para entender o real motivo.

3) A princesa - Millhiore, a himê-samá de Biscotti, é o tipo de personagem graciosa que todo herói gostaria de proteger. A relação entre ela - que também é cantora de sucesso - e Cinque é simples e ao mesmo tempo forte. Porém este ponto ficou meio confuso no final da primeira temporada e "esclarecido" durante a segunda temporada intitulada Dog Days' (Dog Days Dash).

4) Seiyus (dubladores) - Aqui temos alguns nomes famosos de anime e tokusatsu. Começando por Mamoru Miyano (a voz de Ultraman Zero) que disfarçou bem ao interpretar um garotinho de 13 anos (Cinque); Yui Horie (a Wagon de ToQger) que também dá a sua palinha como cantora. Outros destaques ficam para Nana Mizuki (a Ange de Cross Ange) como Nanami Takatsuki e Ricotta Elmar; Ami Koshimizu (a Ryuko Matoi de Kill la Kill) como Leonmitchelli "Leo" Galette des Rois; e Maaya Uchida (Hiroyo Hakase de Akibaranger) como Lesa Anrobe. Nana Mizuki e Yui Horie também cantam, respectivamente, os temas específicos de abertura e encerramento das duas primeiras temporadas.

5) Simplicidade da trama - Dog Days é uma história fácil de ser compreendida e acompanhada. Seus poucos momentos dramáticos são leves. A primeira temporada é a mais importante, até o momento, devida à guerra que difere do nosso mundo real. Na segunda, o lado "kawaii" prevalece mais e conta com novos e fortes personagens. O que prevalece mesmo em Dog Days é o carisma. Não é lá um grande anime, mas tem o seu valor. Diversão garantida. Me atrevo a dizer que se houvesse um espaço na TV brasileira, certamente cairia bem como uma luva num "Band Kids" da vida... desde que fosse ao ar após às onze da noite.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Atentado contra Charlie Hebdo retrata a irresponsabilidade jornalistica

Charlie Brown sendo associado ao nome da agência

Que o massacre contra o jornal francês Charlie Hebdo foi uma barbárie, isso é incontestável. Muitos estão se manifestando pela imprensa internacional sobre "ferir a liberdade de expressão". Daí eu pergunto: onde ficava a liberdade religiosa quando a agência atacava com suas charges? Antes do crime cometido pelo estado islâmico, é preciso que se diga que os cartunistas também não foram nada inocentes em suas "artes" medíocres.

Os mesmos sabiam dos riscos que corriam ao mexer com o islã, além de religiões cristãs e judaicas. Sabemos que o islã tem os seus fundamentalistas e eles jamais perdoariam atos como estes. Mesmo com as ameaças que levaram ha alguns anos, o jornal Charlie Hebdo seguiu em frente com suas brincadeiras insanas e descabidas.

Entenda, não estou dizendo que os extremistas tiveram razão nisso. Terrorismo é terrorismo. Estes fins jamais justificarão os meios, por quaisquer quer que sejam. Em suma: os cartunistas colheram o que plantaram. Afinal, não havia necessidade de um jornal dizer que tem direito de expressividade ao desrespeitar a fé alheia. É aí que entra a confusão de "liberdade de expressão" com libertinagem expressiva. Que poderia ser facilmente derrubada pelo ditado que diz que o direito de um termina quando começa o do outro.

O mais vergonhoso é ver um país como a França ter que conviver com este capítulo sombrio e carregar um fardo na história por uma travessura absurda. Por mais que os seguidores do jornal clamem por uma liberdade que já havia sido perdida.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Retrô Files - Viagem ao Fundo do Mar, o filme mais agressivo que o Aquecimento Global

Depois de um longo hiato, a seção Retrô Files está de volta para repensar filmes que jamais devem sair da memória. Retorno falando sobre um grande clássico dos anos 60. O filme


Viagem ao Fundo do Mar está em cartaz na programação do canal Telecine Cult (da programadora Globosat), com opção da dublagem original. O filme é uma das grandes obras do saudoso diretor Irwin Allen (1916-1991) e deu origem à série de TV de mesmo título naquela década longínqua.

Tudo começa quando o possante submarino do governo americano USOS Seaview (e não "civil" como muitos pensavam) navegava pelo Oceano Ártico em uma viagem especial. O Seaview foi criado e desenvolvido e comandado pelo Almirante Harriman Nelson (interpretado por Walter Pidgeon; 1897-1984). Ao seu lado ele contava com o Capitão Lee Crane (1917-2006).

A missão de destino era o Polo Norte. Ao avistarem o local, toda tripulação é surpreendida por uma fortíssima onda de calor e, consequentemente, um derretimento de geleiras. A situação agravante anunciava que a Terra estava envolta pela grande coroa de fogo conhecida cientificamente como o Cinturão de Val Allen. A humanidade estaria com os dias contados para um armagedon infernal.

Nelson, juntamente com seu comodoro Lucius Emery, criam um calculado plano para disparar um míssil atômico, com dia e hora precisos, para dispersar as ondas do tal fenômeno, antes que cause a extinção da raça humana. A dupla é duramente questionada pela ONU e sofre todo o tipo de pressão mundial, já que acredita-se que tal cartada não poderia surtir efeitos.

Viagem ao Fundo do Mar foi produzido pela 20th Century Fox, sob a direção do gênio Irwin Allen. Teve uma boa repercussão com seu lançamento em 12 de julho de 1961, o que lhe rendeu uma série televisiva (com outros atores) entre os anos de 1964 e 1968 - com quatro temporadas. É um cinema-catástrofe que equilibra entre o drama e a corrida contra o tempo. Com poucos efeitos especiais no enredo, a ação de Viagem ao Fundo do Mar vale pelas cenas aquáticas feitas em estúdio. O ataque de um polvo gigante contra o Seaview já diz por si só a grandeza desta obra. Uma cena simplesmente incrível que faz qualquer aficionado pelo gênero ficar admirado. Curiosamente, a cena do Seaview passando pelas minas já foi reaproveitada na série de TV. Não apenas a cena como também a própria miniatura do clássico submarino.


Da esq. para dir., Almirante Nelson e Capitão Crane originais

De certa forma o filme serviu como "piloto" de uma série que em episódios isolados enfrentavam casos policiais, extraterrenos, sobrenaturais, etc. E tudo se deve a genialidade de Irwin Allen (in memorian; 1916-1991) famoso por outras famosas séries do gênero sci-fi que fizeram a cabeça da juventude sessentista de todo o planeta com Perdidos no Espaço (1965-68), Túnel do Tempo (1966-67) e Terra de Gigantes (1968-70). Não foi a toa que foi reconhecido como o melhor produtor de ficção-científica dos anos 60. Allen também foi popular por produzir outros filmes de cinema-catástrofe como O Destino de Poseidon (1972) e Inferno na Torre (1974).

Alguns destaques ficam com: a atriz britânica-americana (nascida no Japão) Joan Fontaine (1917-2013) como a Dra. Susan Hiller. A única que conseguiu levar o Oscar - de melhor atriz - pelo filme Rebeca, a Mulher Inesquecível (1940). Thriller dirigido por Alfred Hitchcock (1899-1980); Peter Lorre como Lucius Emery, que viveu o vilão Le Chiffre na primeira versão de 007 - Cassino Royalle (1954); O cantor norte-americano Frankie Avalon como Denny Romano. A atriz Barbara Eden, nossa eterna "Jeannie é um Gênio", também brilhou como a tenente Cathy Connors. Ela também foi casada com outro ator do elenco, Michael Ansara (1922-2013), que interpretou Miguel Alvarez. O único ator a reprisar papel foi Del Monroe (1936-2009), que interpretou o Kowalski tanto na longa-metragem quanto na série de TV.


USOS Seaview

Kasumi Yamaya, a musa dos Super Sentais deste ano

Entra ano, sai ano e quase sempre tem aquele balanço entre fãs pra ver qual a atriz japonesa que pode se destacar nas séries de tokusatsu. Como é início de ano, os olheiros ficam atentos


Kasumi Yamaya promete
"maltratar" corações em 2015
com as atrizes de Super Sentai. Dentre a preferência está a atriz Kasumi YamayaA pequena viverá a personagem Kasumi Momochi/Momoninja no 39º Super Sentai, Shuriken Sentai Ninninger.

Recentemente ela completou 18 aninhos no último dia 26 de dezembro. Medindo 1,58m e tendo seu tipo sanguíneo O, Kasumi já passou por outros trabalhos nos tokusatsus. No final de 2012 apareceu nos cinemas japoneses com o filme Kamen Rider × Kamen Rider Wizard & Fourze: Movie Taisen Ultimatum, interpretando Rumi Komaki (membro do clube Kaijin Domei). Mais recente ainda esteve no filme Uchuu Keiji Shaider NEXT GENERATION, vivendo o papel de Hilda Gordon.

O trabalho de Kasumi é extenso na TV. Aos 11 anos estreou no J-drama CHANGE, pela Fuji TV em 2008. Como destaque no gênero, atuou como a personagem coadjuvante Satomi Ishikawa nas séries Itazura na Kiss - Love in Tokyo e Itazura na Kiss 2 - Love in Okinawa. Ambas as séries podem ser vistas no Brasil via Crunchyroll.

Ainda é cedo pra saber como será a personagem em si. Se graciosa como Gokai Pink e Kyoryu Pink, por exemplo. O que se dá pra dizer é o seguinte: Kasumi é de longe o colírio dos super esquadrões em 2015. E certamente irá pintar um vídeo idol da moça logo logo.

Não duvide se a musa de repente "machucar" (com jeitinho) corações marmanjos e daí saírem declamações apaixonadas e suspiros românticos. Anotem o que eu digo.

O futuro chegou! Bem-vindos a 2015

Present time: 2015

Enfim, estamos em 2015. Um ano bastante esperado, principalmente para os fãs e amantes da trilogia De Volta para o Futuro. Depois de um "recesso" de fim de ano, cá estou de volta para atualizar este blog. 2014 foi um ano de momentos legais e marcantes para a cultura pop. Pra mim, a breve passagem de 24 Horas: Viva um Novo Dia e os 20 anos d'Os Cavaleiros do Zodíaco foram os momentos ápices.

Neste ano estou no aguardo da primavera japonesa (outono brasileiro) para as estreias dos animes Os Cavaleiros do Zodíaco: Soul of Gold e Digimon Adventure Tri. Ambas são continuações de animações que fizeram parte de minha infância e adolescência, respectivamente, e quero acompanhá-los e me aprofundar mais e mais nestes dois universos. Claro, sem deixar de acompanhar os principais animes da atualidade e caçando antigos e recentes títulos da animação japonesa para assistir e agitar os meus fins de noite da minha "Manchete" particular. Afinal, sempre é bom explorar novas e velhas histórias pra não ficar na ferrugem, né? (rsrs) O universo dos animes é bastante vasto e precisa ser divulgado para aqueles que, por algum motivo, ainda estão presos no tempo e acham que o gênero está "minguando em conteúdo". Pra isso continuarei tecendo minhas recomendações e balanços das produções que hei de assistir.

2015 será um ano interessante também para os tokusatsus, para as séries americanas, para o cinema, e o que mais de interesse vier a nos distrair nas horas de lazer. Um ano a se comemorar e repensar nostalgias. Logo logo vamos bater parabéns para os futuros trintões do ano: Jaspion e Changeman. Duas séries que marcaram gerações de muitos marmanjos (como eu) e que abriu um leque de outras séries japonesas em nosso país a partir dos anos 80. Falando nos heróis, no final do mês estarei ao lado dos meus companheiros do Grupo Henshin Gattai para palestrar sobre Jaspion e Changeman no SANA Fest 2015, aqui em Fortaleza-CE nos dias 24 e 25 de janeiro. Ainda sobre tokusatsu, o Universo Ultra está em acensão no Brasil devido a chegada de séries e filmes nas plataformas de streamings. Com calma vou acompanhando e passar minhas impressões no momento certo. E ainda também sobre nostalgia, irei falar - a qualquer hora - sobre uma antiga novela (global) que também completa décadas e que estarei a rever em breve. Por que não? Por enquanto, deixo uns "cinco minutos" de suspense.

Que o ano do futuro seja um dos melhores e que venham boas surpresas pra todos nós. E vamos que vamos. Peguem seus hoverboards e... ao ataque!