quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Spin-off de Supernatural pode ser produzido em breve

Spin-off de Supernatural está em concepção

No 20º episódio da temporada passada de Supernatural, fomos apresentados a aqueles que seriam os protagonistas do pretendido spin-off da série chamado Supernatural: Bloodlines (originalmente chamado de Supernatural: Tribes). Apesar da interessante premissa e inovadora para a mitologia do universo da série, a recepção dos fãs foi negativa. Deixando a série de fora da atual temporada do canal americano The CW.

Os produtores do programa estão pensando em retomar o projeto e inserir novos personagens em alguns episódios, afim do telespectador "se acostumar com as pessoas e torcer pelos recém-chegados", segundo declaração do showrunner Jeremy Carter e do criador da série Eric Kripke, em entrevista ao TV Line. Mark Pedowitz, presidente do canal The CW, está interessado no projeto e quer tornar realidade, afirma Kripke. A premissa está em fase de "ideias".

Carver ressalta ainda para o TV Line: “Definitivamente é algo que estamos discutindo ativamente”. Enquanto isso, Kripke diz que todos querem que a ideia seja a certa. “Queremos fazer se for algo que nos empolga”, ou seja, caso seja algo tão bom quanto a série original. “Se não for uma ideia que estivermos totalmente apaixonados, não faremos”.

Atualmente, Supernatural está em sua 10ª temporada nos EUA. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Um papo de roda bacana sobre De Volta para o Futuro em episódio de The Big Bang Theory

Sheldon explicando sua teoria sobre a alternância de tempo no filme de Spielberg

Nesta segunda-feira (20) foi ao ar pela Warner o quinto episódio da atual temporada de The Big Bang Theory. E durante o episódio rolou um papo interessante sobre o filme De Volta para o Futuro II, do diretor Steven Spielberg. Aquele onde Marty McFly e o Dr. Emmett Brown, interpretados respectivamente por Michael J. Fox e Christopher Lloyd, vão para o não tão longínquo ano de 2015.

Durante uma reunião entre Sheldon, Leonard, Howard e Raj, que estão dissecando seus materiais de filmes das antigas, eles começam a ter ideias futurísticas para suas invenções. Quando os caras começam a assistir ao filme, Sheldon cria suas suposições quanto à viagem no tempo que Biff Tanner faz de 2015 para o ano de 1955.

Para quem não assistiu ou não lembra muito bem o que aconteceu no filme, quando Marty e Doc vão para o próximo ano, numa missão para impedir que o filho do jovem no futuro seja preso, eis que o velho Biff (com 77 anos pra ser mais exato) consegue um almanaque sobre jogos esportivos que compreendem entre os anos de 1950 e 2000. A intenção do velho foi levar este material para o seu "eu" de sessenta anos antes. Afim de que ele tenha bastante sucesso e seja podre de rico. Como resultado de sua proeza, o futuro pós-1955 foi alterado e o Biff de 2015 desaparece logo após voltar para onde roubou o DeLorean. Pois não há sentido nenhum dele existir.

Analisando este ponto, Sheldon se indaga com seus companheiros de como seria o "2015-alternativo", resultado pela mudança de Biff. Uma indagação importante citada seria de como este almanaque poderia ainda existir com tais mudanças no futuro. Poderia ser um furo na trama do filme? Talvez. Mas nunca se sabe, já que Biff nunca revelou possuir o tal almanaque pra ninguém. Ninguém a não ser para Marty McFly em "1985-alternativo". É difícil dizer o que mudaria em 2015, mas isso não contaria muito pra trama. A não ser que a produção quisesse realmente dar um gancho ou uma desculpa pra envolver este tempo pela segunda vez. Ainda acho que isso faz sentido e é válido pro desenrolar do filme. Mas questões muito aprofundadas sobre viagem no tempo dão um nó tremendo no cérebro. Ainda sobre a conversa, foi engraçado o Raj satirizar com o nome do Biff e fazer muita ora com isso. Só assistindo para entender.

Falando sobre De Volta Para o Futuro, ontem foi o dia em que Marty e Doc vão para o futuro daqui a um ano, no dia 21 de outubro de 2015. Será que daqui a doze meses andaremos com hoverboards? Teremos Tubarão 19 nos cinemas? O trânsito será aéreo? O Presidente Americano será uma mulher? A cultura japonesa influenciará a moda americana? Teremos TV com multi-canais? Princesa Diana será Rainha da Inglaterra?... (Cuma?!) Opa! É melhor parar de viajar e viver a nossa realidade, né?


Olha o velho Biff lá atrás.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Ultraman Mebius é o mais novo tokusatsu da Crunchyroll

Depois de Ultraman Max pintar na Crunchyroll americana (com a promessa quase garantida de passar também em outras regiões como a América Latina, por exemplo), agora é a vez de Ultraman Mebius surgir impetuosamente no acervo gringo.

O herói é o segundo tokusatsu do serviço oficial de animes e dramas, e está no ar desde a noite desta terça-feira (21) com todos os seus 50 episódios para a TV disponíveis para os assinantes premium locais. Os primeiros 10 episódios estão liberados para os não assinantes e uma leva de mais 10 episódios cada serão liberados todas as terças-feiras à noite até o dia 18 de novembro.

Ultraman Mebius é a 17ª série das Ultra Séries, sendo a oitava da Era Heisei. Esteve no ar pela emissora japonesa TBS todas as noites de sábado, entre abril de 2006 e março de 2007. Como parte comemorativa dos 40 anos de Ultraman, a história se passa na linha de tempo original da franquia. Tendo como protagonista o herói Mirai Hibino, que se junta à equipe de combate aos monstros chamada CREW GUYS e é o alter-ego de Ultraman Mebius. A série tem aparições demais Ultras como Man, Seven, Jack, Ace, Tarô, Leo, 80 (Eighty) e tantos outros.

Mebius rendeu um filme para o cinema: Ultraman Mebius & Ultraman Brothers (2006); além de mais dois crossovers em Superior Ultraman 8 Brothers (2008) e Mega Monster Battle: Ultra Galaxy (2009). Todos estes exibidos no Brasil pelo Canal Max e lançados pela Focus Filmes.

Apesar das mesmas regiões citadas para o lançamento de Max serem as mesmas para o lançamento de Mebius, ainda não há previsão para a série vim para a Crunchyroll Brasil e demais países, o que deve acontecer em mais ou menos tempo. Tudo depende das mãos da Tsuburaya. Vamos torcer pra que ambas as séries venham logo pra cá para a nossa alegria. Schwat!

Anitta e as atrações deploráveis da era atual no Globo de Ouro Palco Viva

Anitta estará na noite de estreia do musical (Foto: Divulgação/Viva)

Olha, eu não tenho costume de acompanhar muitos programas de auditório da atualidade ou de ficar comentando sobre eles. Mas no caso do Globo de Ouro, é diferente. Ainda mais se tratando de um revival de um renomado programa musical que vem aí em novembro. A gente conhece o título (não confundam com o prêmio Golden Globe, ok?) pela nostalgia e pelo conteúdo das boas atrações musicais que tinham nos anos 70 e 80. Claro que aqui acolá podia-se encontrar umas atrações cabulosas, mas o grosso desse núcleo trash da música brasileira da época ficava a cargo de programas como Cassino do Chacrinha e do Clube do Bolinha, por exemplo.

A verdade é que o Globo de Ouro tinha muito mais atrações bacanas e de qualidade, porque o cenário musical era ocupado principalmente por uma época onde vivemos tempos marcantes/apaixonantes e de grande importância da Música Popular Brasileira. Quanto ao Globo de Ouro Palco Viva, desde que foi anunciado senti uma grande temorosidade pela possibilidade de haver uma mistura de certas atrações atuais junto com as atrações da época do programa original da Rede Globo. A desconfiança é tanta que já comentei algumas vezes aqui no blog.

Claro que não dá pra generalizar. Afinal a atual música nacional tem umas boas atrações - ainda - como Ana Carolina e Maria Rita. Isso pra citar algumas das poucas atrações de renome que pisaram lá nas gravações do palco. Mas também tem muita atração ruim no repertório atual. Daí então seremos obrigados a ver Anitta na primeira noite do programa cantando o terrível "Show das Poderosas", Emicida com "Malandro é Malandro", Gaby Amarantos com "Ex My Love", Lucas Lucco com "Mozão", Valesca Popozuda com seu insuportável "Beijinho no Ombro", e até a banda Psirico com (o terrível single vindo do inferno chamado) "Lepo, Lepo".

Tem muita mistura trash da atualidade. Senti falta de bons cantores desta década e da anterior também, como Jorge Vercilo, Seu Jorge, dentre outros. Se é pra escrachar, deveriam ter feito um Globo de Ouro só pro pessoal do "mundo obscuro" da Música Brasileira. Ou melhor não ter tido nada disso. Sinceramente, não sei porque ou qual a intenção de colocar atrações gabaritadas como Byafra, Djavan, Fafá de Belém, Hyldon, Kátia, Sandra de Sá no meio de tanta gente que taí só pra fazer fama passageira e que nunca mais será lembrada em décadas futuras. O nível dos cantores antigos é incomparavelmente melhor, mais nostálgico e perpetuável do que muita porcaria que aparece pra entupir as veias das rádios brasileiras.

De uma coisa temos que ter certeza e com os pés no chão: o novo Globo de Ouro tem, pelo menos, 50% pra dar certo e outros 50% pra ser um fiasco. Quando vierem os cantores que cresci e aprendi a admirar desde a infância, vou curtir bastante porque eles estão lá depois de tanto tempo e tem mais é que serem lembrados mesmo. Por outro lado, vou assistir com um certo desdém e com a impressão de que há um desconexo temporal de qualidade que vai embolar tudo duma vez em dez noites de programação.

Talvez melhor que tivessem somente as atrações originais de volta ou o programa deveria ficar apenas nas reprises nos fins de semana do Canal Viva.

Cross Ange - um anime de garotas bonitas e violência acima do extremo

Ange é a heroína da tristeza deste outono/inverno japonês

Pensem aí um anime onde há belas bonitas (do tipo kawaii ou mais sérias/maduras) que pilotam mechas e que lutam contra uma horda de dragões. Pensou? E se os mechas fossem apenas os coadjuvantes para dar espaço à uma história acima do nível dramático? É mais ou menos assim que poderíamos descrever Cross Ange: Tenshi no Ryuu no Rondô. Ou até mais além. Sem medo de comparações, a série é praticamente um "Game of Thrones" ou um "Oz" dos animes bishoujo. Se é que assim mesmo podemos classificá-la como um anime especialmente de jovens garotas bonitas.

No ar desde último dia 4 de outubro, nas emissoras japonesas TOKYO MX, MBS, TVA e BS11 - e no Brasil via Crunchyroll, Cross Ange conta a história de uma princesa de 16 anos chamada Angelize Ikagura Mitsurugi, que era conhecida como uma a primeira princesa do Império Mitsurugi. Isso em um determinado período de utopia. Como herança real da família, ela possui um poder especial denominado Mana.

No dia de sua coroação, ela foi comprovadamente acusada de ser uma Norma, que são pessoas tratadas com inferioridade e jogadas às traças pela sociedade. Por lei, elas não podem usar Mana são capazes de quebrar a luz desta fonte. Logo, Angelize, depois de perder sua família pela revolta pública, é exilada para uma ilha conhecida como Arzenal e se junta à um grupo de garotas Norma. E o clima é de poucos amigos. Angelize passa por todos os tipos de humilhação. Desde ser provocada a usar um uniforme ensaguentado de uma guerreira morta em batalha, até sua nudez ser exposta em público para suas colegas. Se duvidar, já teve tentativas de umas cenas de abuso maior.

O tal grupo é armado por mechas chamados Paramails e elas lutam contra os DRAGONs (sigla de Dimensional Rift Attuned Gargantuan Organic Neototype), que são seres vindos de outra dimensão e podem medir até 100m. Além de serem possuidores de variados ataques individuais.

Cross Ange tem que ser assistido por pessoas com nervos de aço e que sejam maiores que 18 anos. Pois há certos momentos de nudez, incluindo a própria abertura. As cenas de violência são altamente chocantes e não perdoam qualquer personagem que seja. Quando você menos se espera, alguma garota amável ou odiosa pode ser a próxima vítima desta guerra vil. Exageros à parte, a trama chama mais atenção também pela trajetória de Ange (assim a protagonista é chamada após entrar para a tropa de guerreiras-piloto), que outrora era uma princesa que obedecia às lei das indiferenças sociais contra os Norma e do dia pra noite teve que provar do próprio preconceito imposto pelo seu próprio império.

Vale a pena ser conferido, pois é um dos animes que está causando um certo burburinho entre a cativa nação otaku. É perfeito pra deixar o telespectador na ponta do sofá, roendo unhas e gritar de sustos na sala por causa duma história com um aspecto profundamente triste.

Cross Ange tem previsão para ter 25 episódios e irá ao ar até o final de março.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

The Flash começa dignamente e premissa garante uma boa trama

Flash já está no ar na TV brasileira

Nesta quinta-feira (16) estreou pela Warner Channel Brasil uma das séries mais aguardadas da temporada 2014-15, especialmente se tratando do gênero super-herói. The Flash teve uma boa estreia e o piloto mostra que, por si só, a série já consegue passar simplicidade, carisma, e contágio ao telespectador com boas doses de ação/investigação/romance. Fatores energizantes para um início de um importante título que recomeça todo um ciclo.

A série já era aguardada desde a aparição de Barry Allen no episódio 8 da segunda temporada de Arrow intitulado "The Scientist" - exibido nos EUA em 4 de dezembro de 2013. O ponto de partida da série se dá logo após a passagem do jovem investigador em Starling City. Voltando para sua cidade, Central City, onde trabalha como assistente forense, Barry é atingido por um estranho raio e passou nove meses em coma - justificando o tempo de hiato do personagem na TV americana.

Em meio ao seu despertar, Barry conhece o Dr. Harrison Wells - que é seu fã e o acolheu em sua inconsciência - e seus assistentes Dra. Catlin Snow (futuramente conhecida como Nevasca) e Cisco Ramon (futuramente como Vibro). Tem que lidar com seus novos poderes (velocidade, é claro) e com os "metahumanos" criados a partir da tempestade que atingiu Central City. O seu primeiro oponente é Clyde Mardon (Mago do Tempo).

O piloto amarra pontas importantes na vida de Barry. Como o passado de sua família onde seu pai, Henry Allen, é acusado pela morte da esposa. Destaque mais que merecido para o ator John Wesley Shipp, o Flash da série de 1990, que agora vive como o pai do herói.

Como um spin-off de Arrow, já no primeiro episódio tivemos uma breve aparição de Oliver Queen/Arqueiro Verde em um importante diálogo que inspira Barry a ser um representante da justiça em sua cidade.


A belíssima atriz afro-americana 
Candice Patton interpreta Iris West

Pra quem curte uns lances sobre romantismo (como este blogueiro aqui), o amor platônico de Barry por sua melhor amiga Iris West, filha do Detetive Joe West, é bem consistente. Só que o rapaz acabou perdendo a moça para o policial Eddie Thawne (cujo nome original é Eobard Thawne, o alter-ego de Flash Reverso e Professor Zoom). A trama deste núcleo afetivo vale também pelo colírio da belíssima atriz Candice Patton na pele de Iris.

Flash começa num momento importante onde a DC Comics investe pesado em séries de TV como as estreantes Gotham, Constantine (no aguardo ainda para estrear nos EUA e no Brasil) e a veterana Arrow. Fazendo dobradinha com Supernatural nas noites de terça do canal The CW e antecedendo o horário do já arquejado Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D., cujo é exibido no famoso "canal do alfabeto" ABC. Resta-nos esperar para ver se The Flash também irá superar o enfadonho Smallville. A série começou muito bem e nos passa a impressão de um bom desenrolar.

E que venha o crossover entre as séries The Flash e Arrow, previsto ainda para este fim de ano em duas noites seguidas. Tanto nos "states" como em "terras brasilis".

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Redimição: Censura impera em TERRAFORMARS... ou imperava

Os cortes do anime são grotescos, mas tem solução

Eu havia escrito aqui no blog sobre a tal censura de TERRAFORMARS que se comentava na primeira semana de exibição. Isso ainda é muito comentado por aí e passei a assistir aos segundo e terceiro episódios do anime. Eis que este blogueiro vem se redimir pela informação equivocada por conta de primeiras impressões. Deixo bem claro que quando comentei na época eu tinha assistido apenas ao primeiro episódio, que foi mais introdutório e teve uma cena de violência moderada. O segundo estava prestes a ser lançado. O motivo que levantei na ocasião foi também sobre uns equívocos de informação por parte de alguns otakus que acabaram soltando algumas pérolas como o programa "não passar depois da meia-noite" e coisas do tipo. Ok, pra ninguém dizer que eu não sou um cara legal e que não ajudo ninguém, deixo uma dica para procurarem sobre o termo "shin'ya anime" ou "late night anime" pra facilitar a compreensão de horário dos anime exibidos tarde da noite.

Para quem não conhece, TERRAFORMARS se passa em um futuro distante onde a humanidade que tem a pretensão de transformar Marte em um planeta habitável. Como cobaias, são usadas baratas para os experimentos e estas são enviadas para lá. Um grupo de pesquisadores parte para o planeta vermelho afim de encontrar uma fonte de energia adequada para sobrevivência, mas se deparam com criaturas horrendas e violentíssimas.


Então, analisando melhor os demais episódios, deu pra sentir a censura na carne. Sentir é pouco. Vi um monte de tarjas pretas no meio das cenas em que acontece os absurdos causados pelos humanóides é de doer mesmo. Não vou me deter quanto a questão de ser correto, errado ou necessário ter a violência em TERRAFORMARS. É compreensível que este é o clima pesado da trama e tais cortes são ruins mesmo para o desenrolar do enredo. Principalmente para um anime que é exibido em altas horas da noite. A princípio, o que parecia não ter tanta violência acabou dando a entender que tem sim uma violência ao extremo. Porém tímida.

Em meio às censuras toscas, uma boa notícia para os fãs da série. A Crunchyroll foi autorizada na semana passada pela distribuidora Warner Japan à exibir futuramente uma versão sem cortes do anime. Falando sobre a Crunchy, um leitor havia comentado comigo sobre o serviço "não legendar direito". Olha, de boa, eu assino a Crunchy há um bom tempo e não vi problemas com legendas. Mas sinceramente, não vi ninguém reclamando quando aparecia alguma expressão gringa adaptada pelas subs da vida em diálogos ou até mesmo quando aparecia uma palavra daquele tamanho num anime exibido em programação diurna (principalmente nas matinais). Quanto à omissões de expressões (tipo: samá, senpai, etc), não são em todas as séries do catalogo que estão lá. Já assisti algumas que contém estas expressões nas legendas. Até as subs tem essa omissão e isso é o de menos. O importante mesmo é ouvir as expressões de butuca.

Outra coisa: nenhum serviço de streaming foi ou é feita pra baixar. Ok, pra quem gosta de downloads. Mas prefiro fazer isso quando algum anime não é licenciado no país. E isso é economia de tempo, sono e espaço de HD. Problemas com vídeos no PC? Recomendo o aplicativo do serviço para Android. Pois é mais versátil/dinâmico, carrega com rapidez e dá pra acompanhar o mesmo. Mais um ponto de credibilidade. Pra mais, escrevi há meses atrás o meu depoimento sobre o serviço. Na realidade é um testemunho comparativo de experiências entre a Crunchy e as fansubs. Veja bem: não tô ganhando nada e não faço nenhuma propaganda sobre a Crunchyroll. Mas quando um serviço importante como este no mercado de cultura pop japonesa é bom e merece reconhecimento (principalmente onde há um briga acirrada com a maldita pirataria), tenho mais é que elogiar divulgar. Criticaria se houvesse uma falha grotesca -- como de uma certa distribuidora home-video que conhecemos. Como acompanho o serviço de perto, não tenho o que reclamar. ;)

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Nada de Ultraman Max no Brasil, por enquanto

Há poucos dias atrás fomos surpreendidos pela notícia da aquisição da série de tokusatsu Ultraman Max pela Crunchyroll. Várias fontes especializadas divulgaram e a própria página da versão gringa do serviço havia confirmado o licenciamento em seu site para os EUA, Reino Unido, América Latina, etc para esta terça-feira (14). Dentre as informações divulgadas em sites nacionais, havia uma afirmação de que o Brasil estaria incluído para vermos a série de forma legalizada.

Então, desde ontem a série está disponível para a versão americana com legendas em inglês e pode ser vista aqui ao clicar em "Englisg (US)". A série completa está disponível para os assinantes norte-americanos. Os oito primeiros episódio podem ser assistidos e a cada semana, às terças-feiras, outras levas de oito episódios cada serão liberadas para os não-assinantes, como pode ser vista na versão em inglês desta tabela. Contudo, estranhamente no site da Crunchyroll Brasil nada foi confirmado até agora e a série não está no ar.

Entramos em contato com o serviço para sabermos quanto à uma possível disponibilidade em nosso país. O que nos foi informado é que ainda não há garantias por parte da distribuidora (no caso, a Tsuburaya Productions) quanto ao licenciamento nacional pelo serviço. A Crunchyroll informou também que haverá um leque variado que deverá pintar em breve.

Vamos aguardar mais novidades. Afinal, nem todos os países citados tiveram disponibilidade da série ainda. O que provavelmente deve acontecer em breve. Lembrando que a disponibilidade não depende da Crunchyroll, e sim das distribuidoras que levam suas séries para o serviço e devidos países/regiões. É uma coisa bem complicada para a nossa compreensão de comodidade.

Outra coisa importante a ressaltar: alguns fãs brasileiros estão confundindo o lançamento com a possibilidade da série migrar para a TV aberta; e outros estão "exigindo" uma dublagem para a série no serviço. A coisa não é assim tão simples. Temos que entender que o licenciamento é internacional e atinge outros países além Brasil. Uma dublagem teria que ser, no mínimo para a TV/DVD/BD ou ter sido exibida antes nestes meios, como Os Cavaleiros do Zodíaco que teve lançamento recente na plataforma. Exibição de séries de anime e tokusatsu estão fora de cogitação da TV brasileira. Os on demand são a nova vida da cultura pop japonesa para o futuro ocidental.

Ultraman Tarô migra para as madrugadas no Japão

Tarô sucederá o horário nobre em canal UHF de Tóquio

Desde o dia 8 de dezembro de 2013, a TOKYO MX, canal UHF (091) da região metropolitana da capital japonesa e uma das principais emissoras de maior acervo de programação de animes no país, exibe a reprise da série Ultraman Tarô (1973-74) todos os domingos das 18:30 às 19:00. A série é integrante do bloco semanal Tsuburaya Gekijô, que exibiu semanalmente várias séries da Tsuburaya Productions, tendo em destaque as Ultra Séries da Era Showa.

Segundo informações da página do canal dedicada à série, Ultraman Tarô mudará de horário a partir de 10 de novembro. Indo ao ar todas as segundas-feiras das 23:00 às 23:30 na TOKYO MX 2 (canal 092 de Tóquio) - recém-inaugurada em abril deste ano.

Curiosamente, este mesmo horário já havia sido ocupado pelo bloco durante os anos 2000 e esteve no ar até o dia 30 de março de 2009 (segunda-feira). Na época, a série exibida era O Regresso de Ultraman (Kaettekitá Ultraman; 1971-72), que havia mudado para o atual horário desde 5 de abril do mesmo ano (domingo). A mudança é considerável, uma vez que o horário nobre dominical da emissora tem eventuais pausas para programações especiais.

O bloco Tsuburaya Gekijô já exibiu séries como Ultraman (versão remasterizada), Ultra Seven, Fireman, Aztecaser, Ultraman Neos, etc. Ultraman Tarô atualmente irá para o episódio 43 no próximo domingo (19) e tem previsão para encerrar entre o final de dezembro deste ano e o início de janeiro de 2015. Ainda não se sabe qual será ou se haverá uma outra série para ser reprisada após Tarô nos finais de noites de segunda.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Ultraman Max estreia nesta semana na Crunchyroll

Após quase dois anos no Brasil, a Crunchyroll lança o seu primeiro tokusatsu em seu catálogo. O estreante é o Ultraman Max, exibido no Japão entre julho



de 2005 e abril de 2006 pela TBS. Um trunfo e tanto, uma vez que a Crunchyroll apenas exibia séries de anime e drama na programação. Ultraman Max é, portanto, a primeira série de tokusatsu licenciada no Brasil após Ryukendo, que estreou no Brasil em 2009 na RedeTV!. O licenciamento atinge também outros países como EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, além de toda a América Latina (onde obviamente o Brasil se inclui).

Ultraman Max não tem nenhuma ligação com as demais Ultra Séries anteriores (com exceção do episódio 24). O herói veio da Nebulosa M-78 e é auxiliado pela equipe DASH, uma organização que luta contra os monstros. O protagonista é o jovem Kaitô Touma, que é recruta de DASH e torna-se hospedeiro de Ultraman Max após ser salvo pelo mesmo.

Max possui 39 episódios e mais um episódio especial. Curiosamente, o lenco conta com a participação do ator Susumu Kurobe (o próprio Hayata de Ultraman) como Kenzou Tomioka.

Estará disponível na plataforma oficial a partir desta terça-feira (14). Vamos torcer e incentivar para que mais séries do gênero pintem na Crunchyroll ou similares.