domingo, 6 de abril de 2014

Akuma no Riddle


A primavera chegou ao Japão! E com ela, mais uma leva de animes para os próximos 3-6 meses. E uma das estreias de destaque, e das mais aguardadas para abril, é o anime Akuma no Riddle. Lançado pela MBS na última quinta-feira (3) às 26:19 JST (2:19 de sexta), substituindo o saudoso Kill la Kill. Com direção de Keizo Kusakawa e produzida pelo estúdio Diomedéa.

A história nos mostra a protagonista Tokaku Azuma, uma estudante que é transferida para uma escola particular feminina chamada Myojo Academy. Tal fato é uma missão especial, pois Tokaku é, na realidade, uma assassina contratada para matar um alvo, entre doze colegas de sala. Durante esse tempo, Tokaku é atraída por uma garota chamada Haru Ichinose, que é meiga e gentil. Tokaku se aproxima de Haru, e descobre que a mesma tem cicatrizes em seu corpo. Decidindo assim protegê-la dos assassinos.

Para o primeiro de um total de 13 episódios programados, a trama apresenta um enredo carregado de tensão e mistério. Ainda é cedo para saber quais motivos levaram Tokaku a cumprir tal missão. Quebra-cabeça este que será montada e destrinchada em breve ao longo da estação.

Akuma no Riddle (ou Riddle Story of Devil em inglês) é baseado no mangá de mesmo título, escrito por Yun Koga e ilustrado por Sunao Minakata. A primeira publicação pela Kadokawa Shoten foi em setembro de 2012, via revista Newtype.

sábado, 5 de abril de 2014

Cavaleiros - Comentários sobre a dublagem clássica (#1-2)


Resolvi começar ontem a assistir Os Cavaleiros do Zodíaco com a dublagem clássica da extinta Gota Mágica, de 1994. Isso pra entrar no embalo dos 20 anos do anime no Brasil -- que será comemorado em setembro próximo. Fora também o aniversário de 40 anos da carreira de Masami Kurumada e do filme A Lenda do Santuário em junho no Japão e em setembro por aqui. 2014 será um ano bastante especial para Saint Seiya.


Então, não vou assistir a série em maratonas, por enquanto. E sim em dobradinhas semanais. Devo aparecer de vez por outra com comentários sobre a dublagem clássica. Incluindo alguns pontos interessantes que vão além dos erros de dublagem. Um assunto que interessa e diverte tanto a antiga quanto a nova geração que acompanhou e aprendeu a amar Seiya e cia.


Jonas Mello
Quem puder comparar a versão atual da também extinta Álamo (2003), vai reparar umas certas diferenças nas interpretações dos dubladores quando assistir com a dublagem original. A começar pelo narrador Jonas Mello, também conhecido em várias novelas brasileiras, onde na época ele narrava compassadamente e com bastante calma. Muito diferente do que estamos costumados a assistir com a versão atual e corrigida, onde ele daria mais garra na narração. Não que isso ficasse ruim na versão da Gota Mágica. Pelo contrário, ficou interessante. E isso era uma característica nas interpretações de Mello. Um profissional de grande excepcionalidade.


Ainda assistindo, é possível notar a diferença no timbre de voz de Hermes Baroli. Na época ele tinha apenas 18 anos. Não lembro se entre a era de ouro dos tokusatsus na Geração Manchete e CdZ ele havia dublado algum personagem de destaque, além de Biker em Winspector (dublado no mesmo ano pela extinta Windstar -- meses antes de Cavaleiros). Hermes se destacou na época pela sua interpretação como Seiya de Pégaso. Uma vez que isso fez com que ele dublasse alguns anos depois outros personagens de anime como Leiga em Shurato, Hector em Samurai Warriors, Kojiro Hyuga em Super Campeões, etc. Ah, seu talento o levou para o Rio de Janeiro onde dublou por uma temporada de três anos várias produções em estúdios como da extinta Herbert Richers, por exemplo. Lá foi desde filmes até novelas mexicanas. De animes até Power Rangers (no qual dublou em quatro temporadas).


Hermes Baroli


Patrícia Scalvi
Voltando sobre Cavaleiros, há também uma interpretação que foi ofuscada nas lembranças do tempo. No primeiro episódio, Shina de Cobra (ou Shaina de Ofiúco) foi interpretada por Patrícia Scalvi. Que logo seria substituída por Maralisi Tartarine, a dubladora oficial da vilã. De repente, quem não liga pra esses detalhes pode até achar que seja a mesma voz. Bem, Scalvi é dona de uma voz feminina de bastante firmeza. Antes de Cavaleiros, ela se destacara nos tokusatsus como Rainha Cosmos em Jiban, Luna em Cybercop, Helen em Spielvan, Pérola em Kamen Rider Black, Igam em Maskman, e em 1995 como Maribaron em Kamen Rider Black RX. Além de sua voz ser lembrada pelo filme Elvira, a Rainha das Trevas e Jesus de Nazaré (neste último como Maria Madalena).


Nos primeiros episódios nota-se que entre os soldados do Santuário as vozes de Élcio Sodré e Mário Vilela (Buba/Gyodai/Seu Barriga/Nhonho) são presentes. Élcio, antes de ser oficializado como o dublador de Shiryu de Dragão, era o narrador da Guerra Galática. Antes o cabeludo fora dublado por Sérgio Rufino (Bobby/Doug). Mas isso é assunto pra sábado...


Durante estes episódios, ouve-se várias BGMs do próprio anime entrando por cima das que tocavam originalmente em uma determinada cena de ação. Coisa que acontecia algumas vezes nos tokusatsus dublados pela Álamo. Os mais interessantes foram os furos de áudio na luta de Seiya contra Geki de Urso. Praticamente na íntegra tocou o tema de encerramento "Blue Forever" em instrumental. Música do Nobuo Yamada que ficou em evidência por aqui nos anos 2000. Ah, sem falar que houve uma escapadinha levianas dos áudios dos eyecatches na luta. Não foi leve não. Foi leviana mesmo. Hehehe!

Erros de dublagem? Vamos lá então. O grande primeiro erro foi quando o Mestre do Santuário (dublado por Gilberto Baroli), diz que ao vencedor concederia a "armadura de ouro" de Pégaso; Shina dizer "Cobra Venha" por duas vezes; Jabu ser chamado de Cavaleiro de "Capricórnio" (isso durou a dublagem inteira); e Geki ser chamado de "Jack"!

Por hoje é só. Mais comentários sobre a dublagem noventista de Cavaleiros no próximo fim de semana. Fiquem ligados no Blog DAILEON para mais. Antes de encerrar, que tal relembrar aquela abertura "made in España" do anime? "Os Guardiões do Universo" marcou demais a cabeça da gurizada da época nos primeiros oito meses de exibição na saudosa Rede Manchete. Ô saudade lá de casa... :D

Morre José Wilker, o eterno Roque Santeiro

José Wilker em 1985 como Roque Santeiro

Morreu na manhã deste sábado (5) o ator José Wilker, aos 66 anos. Ainda não se sabe a causa de sua morte, mas suspeita-se que o ator havia sofrido um infarto. Ele era natural de Juazeiro do Norte, Ceará. Nascido em 20 de agosto de 1947. Atuou em 49 filmes, sendo que chegou a contracenar com Sean Connery em O Curandeiro da Selva (Medicine Man, 1992).

Comentário: José Wilker foi um ator renomado na teledramaturgia brasileira. Um patrimônio histórico da TV e do cinema brasileiro. Mas particularmente falando, o seu personagem mais marcante foi o Roque Santeiro, na novela homônima de 1985. Não o acompanhei na época, pois nasci exatamente no mesmo ano em que a novela de Dias Gomes foi ao ar. Acompanhei mesmo na reprise do Canal Viva entre 2011 e 2012. O que me fez adquirir o DVD-box da mesma logo em seguida.

Zé Wilker esteve em seu melhor momento da carreira, onde ele interpretava um lendário herói da fictícia cidade de Asa Branca, que havia forjado sua morte e retornado depois de 17 anos. Wilker se destacou ao lado dos brilhantes Lima Duarte (o Sinhôzinho Malta) e Regina Duarte (a Viúva Porcina). Wilker deu um tom misterioso para o personagem, onde teve também seus momentos bem humorados. É uma obra que tem que ser valorizada nos dias atuais.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Capitão America arrasta multidões nos cinemas americanos

Notícia boa sobre cinema. Capitão America 2: O Soldado Invernal estreou nos EUA nesta quinta-feira (3) nos EUA, e já conseguiu arrecadar US$ 10,2 milhões de dólares até o final da mesma noite. Estima-se que a bilheteria chegue aos 90 milhões de dólares, podendo ser a estreia recorde do mês de abril na terra do Tio Sam. 

Sem contar com o total já alcançado no restante do mundo, onde já estreou. US$ 100 milhões!

No Brasil, o longa será lançado nos cinemas na próxima quinta, 10 de abril.



Speaking English with Yui Koike

Dia 4 de abril é o aniversário da atriz Yui Koike. Particularmente, admiro-a muito, não só pelo seu talento como atriz, mas também pelo seu carisma. Carisma é pouco, ela tem uma ternura que "maltrata" corações de qualquer rapaz de boa índole e já fez este blogueiro escrever vários versos apaixonados por ela. Bem, e já imaginou a Yui falando inglês? Então, o que pouca gente sabe é que em 2010 a eterna Ahim de Famille/Gokai Pink da série Kaizoku Sentai Gokaiger chegou a participar de um quadro de um programa da NHK onde ela se apaixona por um gringo. Quem não queria estar no lugar do rapaz da ficção pra ouvir um "I love you" bem pertinho do ouvido? Aviso que já sou o primeiro da fila pra casar com esta bela donzela. ♥ (rsrs)


PlayTV divulga os horários de Bleach e Death Note

Bem em cima da hora -- apenas faltando uma semana, a PlayTV finalmente divulga os horários dos anime Bleach e Death Note. Lembrando que antes o canal havia feito uma enquete no final do ano passado para saber qual seria o melhor horário para passar os animes. O horário mais acessível, segundo a opinião dos telespectadores, seria a partir da meia-noite.



Recentemente a PlayTV anunciou a estreia dos citados para o dia 10 de abril. Portanto, o horário oficial de Bleach será às quintas e sextas às 17h00; e Death Note na sequência às 17h30. Horários bom para quem volta da escola e ruim para quem trabalha. Enfim, haverá horários alternativos para quem perder. Confira a lista abaixo:

Bleach
Quinta - 17h (episódio inédito)
Sexta - 11h (reprise de quinta)
Sexta - 17h (episódio inédito)
Sábado - 11h (reprise de sexta)
Sábado - 20h30 (reprise de sexta ou exibição não-paralela)
Domingo - 17h00 (reprise do episódio de quinta)
Domingo - 17h30 (reprise do episódio de sexta)

Death Note
Quinta - 17h30 (episódio inédito)
Sexta - 11h30 (reprise de quinta)
Sexta - 17h30 (episódio inédito)
Sábado - 11h30 (reprise de sexta)
Sábado - 21h (reprise de sexta ou exibição não-paralela)
Domingo - 20h (reprise do episódio de quinta)
Domingo - 20h30 (reprise do episódio de sexta)


A PlayTV pode ser vista pelas seguintes TVs por assinatura:

Claro TV - canal 118
SKY - canal 181
Oi TV - canal 109
Vivo TV - canal 255

PS: Ainda acho que a melhor faixa seria das onze da noite. Enfim, vamo acompanhar, minna-san!

Kyoryuger 100 Years After tem mais informações

Saíram novas imagens de Kaettekita Zyuden Sentai Kyoryuger: 100 Years After. Pelas informações, a nova equipe Deboth será comandada por Chaos -- o irmão de Torin e também conhecido como "o rei da submissão". Além de Sneldo e Arslevan. Sem contar que o Carnival não será usado apenas pelo Kyoryu Red. O V-Cinema será lançado em DVD e BD no Japão em 20 de junho. Confira as imagens:


quinta-feira, 3 de abril de 2014

Sheldon e cia comemoram o Star Wars Day em TBBT


Quem assiste a sitcom The Big Bang Theory sabe que há constantes referências sobre séries, filmes, HQs e coisas do tipo que rolam na cultura pop nerd. Uma das mais especiais é sobre Star Wars. Logo, Sheldon Cooper e sua trupe bacana irão comemorar o Star Wars Day! Comemorado em 4 de maio.

O episódio especial "The Proton Transmogrification" será apresentado pela rede americana CBS no dia 1 de maio. No Brasil, deve passar pela Warner Channel no dia 20 do mesmo mês. Nele os personagens irão comemorar a data, enquanto Sheldon passa a ter visões do Professor Proton, seu ídolo pessoal, que está trajado como um jedi.

A Lucasfilm, produtora de filmes de George Lucas, está ajudando a desenvolver cenários e efeitos especiais da franquia para serem usadas no episódio. Haverá também a utilização de itens originais do filme e até mesmo dos tradicionais sabres de luz (claro! :D) e uma montagem do Planeta Dagobah, lugar onde Yoda se refugiou. Demais!

Fonte: The Hollywood Reporter

terça-feira, 1 de abril de 2014

Dragon Ball não seria o que é sem a paciência de Toriyama


Todos já devem saber que Dragon Ball Kai voltará à TV japonesa, via Fuji TV, a partir do próximo dia 6 de abril (domingo). A saga que dará continuidade é a de Majin Boo. A mais mentirosa e nonsense da série de mangá/anime. Akira Toriyama, o "pai" de Goku e cia, revelou em um evento de re-lançamento de DB Kai que ao escrever a referente saga estava cansado da violência na trama.

Tudo por causa dos dirigentes da Shueisha (editora da Shonen Jump), que não queriam que o mangá acabasse tão cedo. A coisa foi toda empurrada pela barriga. Isso até fez o autor mudar a linha comediante das histórias para um tom mais sério e agressivo. Apesar da tal declaração, Toriyama disse que vai amar para sempre os seus personagens.

Mas pense aí se caso o Toriyama chutasse o balde e abandonasse o projeto. Qual seria o valor de Dragon Ball para a atual cultura pop japonesa? Em parte não seria a mesma coisa. Apesar de que agora dá pra entender o porque que a saga do "comedor de chocolates" não teve uma qualidade que deveria. Falando como fã de DB, a saga de Majin Boo teve seus momentos engraçados e tal. Mas chegou a  um ponto onde era duro aturar tantas encheções de linguiça. Praticamente dispensável.

Melhor mesmo é dar um ponto final em alguma obra quando se está no auge. Bem, pelo sim ou pelo não, Toriyama tem fez sua parte, com todas as pressões que sofreu como mangaká. Dragon Ball conseguiu revolucionar o ocidente com todo carisma e imperfeição.

Balanço final sobre Saint Seiya Omega


Ontem eu escrevi aqui comentários sobre o final de Saint Seiya Omega, que foi ao ar neste fim de semana no Japão. Hoje, dia em que o anime completa dois anos, faço um balanço final sobre o anime que deu o que falar nesse tempo. Seja para o bem ou para o mal.

Em meados de fevereiro de 2012, quando o anime foi anunciado, muitos fãs ficaram divididos. Uns achavam que a série seria ruim por ter traços dos quais não estávamos acostumados e pelas mudanças nas armaduras e no conceito. Outros foram mais prudentes em esperar o resultado ir ao ar. Bem, chegou o dia 1 de abril daquele ano (dia da mentira... :P) e aí foi que os ânimos e as decepções se acirraram naquele domingo da estreia.

Mas eu quero me deter mesmo é no enredo em si. Achei a série boa. Claro que não chega aos pés das aventuras de Seiya e cia. Mas deu pra curtir. A saga de Marte foi a mais surreal e a que mais teve pontos positivos e negativos na balança. Fugiu um pouco do conceito original de Saint Seiya, como os Cavaleiros de Bronze usarem Cloth Stones (aqueles pingentes que serviam como espécie de "pokébola") para guardarem armaduras; As próprias vestimentas pareceram colante (de Super Sentai) e por aí vai. Nada que isso atrapalhasse a nova trama. Que por sinal foi mais densa na fase das 12 Casas do Zodíaco.

Como referência ou "imitação", Saint Seiya Omega bateu mais uma vez numa tecla bastante manjada: Salvar Atena do perigo, ter Cavaleiros de Ouro e suas 12 Casas e coisas afim. Não que ficassem ruins, mas houve poucos momentos forçados e "inovados" até. Por fim mostram grandes Cavaleiros de Ouro nesta nova era.

A saga que mais procurou ser fiel à originalidade da obra de Masami Kurumada foi a de Pallas. Os traços dos personagens ficaram próximos aos do falecido Shingo Araki, as urnas das armaduras voltaram, e até tivemos mais participações dos Cavaleiros do século XX.

E o que falar dos heróis desta geração? Kouga não convence muito como Cavaleiro de Pégaso. Há não ser pelo final do anime, onde ele lutou bravamente. Mas há outros personagens com mais carisma que ele. Souma, Haruto, Ryuho, Eden, e a graciosa Yuna passam uma boa impressão. Todos os seis Cavaleiros tiveram seus passados e motivações explorados. Mas ficaram no escanteio à medida que Seiya e seus companheiros apareciam na reta final da segunda temporada.

Em tempo, Omega mostrou novos Cavaleiros de Ouro com personalidades distintas (bons e maus). Eles são bem interessantes e não devem nada aos da era clássica. O anime empolgou mesmo ao ver Seiya, Shiryu, Shun, Hyoga e o tão aguardado Ikki de volta em aventuras ambientadas nos dias atuais.

Saint Seiya Omega foi uma série que teve seus altos e baixos. Não foi tão ruim quanto muitos diziam na época ou ainda dizem hoje (sem mesmo terem assistido a série completa). Garantiu bons momentos. Quanto ao final, vi na internet alguns dizerem que "o final foi um lixão". Claro, tinha aquela pequena necessidade de legendas pra tirar conclusões, né? Então, Saint Seiya Omega não conseguiu convencer aqueles que continuam a odiar os Cavaleiros do Omega. Mas quem acompanhou até o fim foi um Bravo Soldado. Gostar ou não depois de acompanhar o anime de cabo a rabo depende muito de quem encara tal produção.

No Brasil, Saint Seiya Omega pleiteia uma vaga para a TV aberta, além de ter seu primeiro volume lançado em DVD. Seria uma boa chance de quem ainda não viu fazer uma medida justa pra pesar os pontos do anime. Foi bom enquanto durou, quem sabe pinte uma terceira temporada no futuro. Mas queria ver mesmo é uma versão animada do mangá Next Dimension...

Falando nisso, tem outro ponto que alguns viviam falando sobre a produção do The Lost Canvas acabar por causa do Omega. Ah, isso é lá TMS Entertainment. Nada haver com a Toei Animation.