quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Os Irmãos de Prison Break estarão juntos em The Flash

Wentworth Miller e Dominc Purcell novamente juntos em uma série

Depois da confirmação do ator Wentworth Miller na série The Flash, Dominic Purcell contracenará com o mesmo no décimo episódio da nova série do herói da DC Comics. Os dois são famosos por serem os irmãos Michael Scofield e Lincoln Burrows, respectivamente, na série Prison Break. Será a primeira participação dos dois atores após cinco anos do final da série.

Purcell viverá Mick Rory, um piromaníaco que se alia ao Capitão Cold (Miller) e se transforma no vilão Heat Wave.

The Flash, que é um spin-off de Arrow, estreia nos EUA a partir do dia 7 de outubro. No Brasil, a Warner Channel garantiu a exibição da série ao lado da terceira temporada de Arrow e da estreante Gotham.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Nostalgia: VR Troopers, uma das "bombas" da Saban, completa 20 anos

VR Troopers são os heróis que até hoje
 deixam a Geração Manchete
 de cabeça quente
Quem aí lembra da série VR Troopers? É claro que você lembra. Era um clássico e tanto dos anos 90, hein?. Clássico da chocridão! Uma das coisas mais toscas que a Saban já fez nessa parceira com a japonesa Toei Company. Exatamente hoje a série completa 20 anos de sua estreia nos EUA. O programa veio "nas costas" de um grande sucesso da empresa americana: Mighty Morphin Power Rangers.

Tudo começou quando o eípicio Haim Saban resolveu criar uma nova série nos mesmos moldes dos jovens de Alameda dos Anjos: série adaptada de heróis japoneses, utilizando as cenas de ação da produção original. E na hora de tirar a máscara, estão lá os atores americanos. Claro que isso mudava pra caramba o roteiro e a qualidade era pífia. Não batia nem de longe com as produções da Toei que eram mais articuladas e tinham histórias bem mais dramáticas e elaboradas.

Pra você entender a picaretagem adaptação para os Troopers, quando a Saban resolveu criar uma nova série, ela queria lançar um herói solitário para lucrar com isso (obviamente). Saban obteve pela Toei os direitos direitos da série Choujinki Metalder (1987-88; Metalder, o Homem-Máquina no Brasil) e intitulava originalmente como Psycon. O roteiro foi apenas escrito e contaria a história do jovem Adam Steele, que se fundiria com o ciborgue Psycon ao invés de se transformar nele. (Alguém lembrou de Ultraman aí?) Seu arqui-inimigo seria Grimlord (leia mais aqui), que assumia a identidade humana como Cyrus Ritker e lideraria um exercito de robôs chamado Cyberdrones. Cyrus teria um filho chamado Percy, que seria rival de Adam nas artes marciais. Outros personagens principais seriam Tao, o mentor de Adam; Mia, sua filha; e mais um jovem chamado Mouse MacKenzie.


Jason David Frank (o Tommy de Power Rangers)
 vestiria a armadura metálica azul-vermelha e assumiria
 o codinome Cybertron, na série que nunca foi ao ar.

O roteiro teve umas mexidas, a começar pelo nome do herói que se chamaria Cybertron. Seria estrelada nada mais e nada menos que Jason David Frank, o Tommy Oliver de Power Rangers. Nada mais justo, pois seu personagem fez bastante sucesso e ainda conquista o público pelo seu carisma e bravura. David Frank interpretaria Adam Steele, que lutaria contra Grimlord e seus WardronesA história seria basicamente a mesma de Psycon. Os atores Gardner Baldwin interpretaria Cyrus Ritker/Grimlord; Richard Rabago seria Tao Chong.

Por causa dos direitos do nome do herói que já pertenciam à Hasbro (a mesma fabricante de brinquedos dos Transformers), a Saban teve que mudar de nome mais uma vez e de rumo também.


Da esq. pra dir.: J.B. Reese, Ryan Steele, Kaitlin Star e o cão falante Jeb

O nome escolhido foi VR Troopers e outra série japonesa seria adaptada para o mesmo programa ao lado de Metalder. A vítima foi Jikuu Senshi Spielban (1986-87; Guerreiro Dimensional Spielban ou Jaspion 2: Spielvan no Brasil). Daí a inclusão de mais dois heróis na trama. Ou seja, VR Troopers seria uma "salada mista" de duas séries originais do gênero Metal Hero.


As mudanças que seguiram foram as seguintes: Jason David Frank voltaria à série Mighty Morphin Power Rangers. Adam Steele mudaria de nome para Ryan Steele e seria a contraparte americana de Ryusei Tsuruji/Metalder. Este passou a ser interpretado por Brad Hawkins, que curiosamente seria o Ranger Branco na segunda temporada de Power Rangers. Os dois novos heróis inseridos seriam Kaitlin Star como contraparte Diana/Diana Lady e J.B. Reese como contraparte de Yousuke Jou/Spielban. Ambos interpretados respectivamente por Sarah Brown e Michael Bacon.


Metalder e Spielvan; as duas séries adaptadas
 para uma batalha em defesa da Realidade Virtual

Na nova premissa, Grimlord atravessa a barreira da Realidade Virtual para conquistar o nosso mundo com o auxílio de sua tropa. Para isso, três jovens são convocados pelo Professor Horatio Hart (interpretado por Julian Combs), que foi aprisionado na Realidade Virtual, para se tornarem os VR Troopers e lutarem contra os (nem tanto) terríveis inimigos. Ryan teve o seu pai desaparecido dez anos antes do início da série e junto com J.B. treina no dojo do mestre Tao. Kaitlin é fotógrafa do jornal Underground Voice Daily e trabalha com o editor-chefe Woody Stocker e com o fotógrafo Percy -- que por sinal é o personagem mais idiota de toda a série e que era uma tentativa fracassada de ser uma versão de "Bulk e Skull" na série. Tinha também o Jeb (Springer em Metalder), o cão de Ryan que passou a falar depois de um acidente experimental no segundo episódio.


Professor Hart

Os Troopers podiam se transformar pelos elementos Virtualizer ao erguer dizendo "We are VR!" (Somos Realidade Virtual!). Os heróis também vestiam os trajes chamados Battle Grid para lutarem contra os soldados Skugs (Kinclons/Soldados Clown em Spielvan) em uma outra dimensão alternativa, dependendo da situação adversa. Curiosamente, por falta de criatividade ou não da Saban, os capacetes tinham os mesmos moldes do capacete do Ranger Vermelho original dos Power Rangers. Ah, nem disse que os Troopers teriam uma transformação mais "demorada" e o Professor Hart pareceria um "Einstein" tresloucado e bigodudo (:P)


Os Troopers na forma Battle Grid

Grimlord (contraparte de God Neros de Metalder) assumia a identidade de Karl Ziktor (Gozo Kirihara ou Makoto Dolbara no Brasil; vilão principal em Metalder) e é dono da Ziktor Industries. Em seu escritório, contava com suas assistentes (similares às Secretárias K e S de Metalder). Em seu calabouço chamado Virtual Dungeron (Ghost Bank em Metalder) tinha o auxílio de seus guerreiros. Como Grimlord, podia se comunicar com o General Ivar e Coronel Icebot (respectivamente General Darthzero [Deslok] e Doctor Bio de Spielvan), que situavam-se num castelo aéreo.


Virtual Dungeron - o calabouço oculto de Grimlord

A série se desenrolava em episódios isolados com situações um tanto forçadas e sem expressividade. Citando algumas: no segundo episódio, Ryan esquece de seu "morfador". Poxa, no mínimo seria um herói irresponsável, hein seu galeguinho? Nem o mais sonolento dos heróis seria tão burro assim. Outra situação é do pai de J.B. ter seu caminhão atacado por golpes repetitivos dos Skugs que não fizeram arranhão nenhum. Os heróis se tornarem crianças em um dos episódios, Hert tentando aprimorar técnicas especiais em cima da bucha, e por aí vai todo um constrangimento.

As BGMs eram sérias demais (pareciam que foram feitas em 8bits) e raramente se ouvia o tema principal cantado. Aliás, o tema de abertura pode ficar só mesmo no refrão que a mesma se entranha fácil fácil na cabeça de quem assiste. Os heróis não tinham o mesmo carisma que o elenco de Power Rangers, mas se esforçavam para engrenar. Quantos aos monstros, tinham umas vozes muito engraçadas. Padrão Saban de qualidade. E as armaduras americanas, ó... um lixão de doer. Tínhamos um "Metalder" inchado, uma "Diana" gordinha e um "Spielvan" com um tampão grosso no capacete.


"We are VR!"

O fim da saga de Dark Heart

J.B. medindo forças contra a vilã Red Python

Mas VR Troopers teve um momento marcante, de certa forma, na primeira temporada, que foi um arco de quatro episódios denominado "Defending Dark Heart" (entre os episódios 31 e 34), onde Dark Heart (Top Gunder de Metalder) duelaria contra Ryan e perderia pateticamente. Como punição, seria executado pelo exercito de Grimlord, até se defender, se ferir, e ser salvo por Ryan. Os Troopers descobrem que Dark Heart é na realidade o seu pai desaparecido, Tyler Steele. Por algum motivo, ele foi transformado em um dos guerreiros de Grimlord. A luta final de pai e filho contra Grimlord teve seu valor, apesar de uns furos. Mas não teve a mesma carga dramática que teve a luta de Metalder e Top Gunder contra Neroz. Teve também o arco da vilã Red Python (Herbaira/Hellvira de Spielvan) no final da primeira temporada, mas este ficou bem aquém do arco citado e também com a saga da sua contraparte original.


Ryan em sua nova armadura na segunda temporada

As cenas de ação de Metalder acabaram com o fim da primeira temporada. Ainda sobraram mais algumas cenas de Spielvan pra inserir em outras histórias. Para continuar com a série que fazia um relativo sucesso nos EUA, a Saban tratou de adquirir uma outra série de Metal Hero e mais antiga. A vítima era Uchuu Keiji Shaider (1984-85; Policial do Espaço Shaider -- leia mais sobre a série original aqui). Com isso, Ryan Steele vestiria uma nova armadura, teria uma nave-mãe própria, novas armas, novos golpes, etc, etc, etc.

Dentre outras mudanças para a então nova temporada, Kaitlin passaria a se duplicar através de uma técnica virtual. Sendo então a contraparte de Lady Helen que possuía um cutter como arma principal. J.B. poderia ativar a transformação da nave Sky Base (Grand Nasca/Defender de Spielvan) para o robô-humanoide VR Troopertron (What hell is it?!). Algumas cenas de batalha de mecha da série Shaider foram mescladas também com este mecha, substituindo a forma (horrorosa) humanoide de Vavilos.


"Trooper" o que?!

No núcleo de vilões da série, Grimlord teria cenas originais americanas e ganharia chifres pra deixar o vilão muito mais feio/tinhoso. Sua nova base seria a Fortaleza das Trevas Virtual (Fushijigen em Shaider) onde haviam novos vilões inspirados no Império Fuuma. Curiosamente a Rainha Pandora de Spielvan se inserido na história como Desponda, que era a irmã de Despera -- a contraparte da Sacerdotisa Paul de Shaider. Haviam algumas cenas de ação reaproveitadas de Desponda interpretada pela saudosa Machiko Soga. Que curiosamente também teve cenas de sua personagem Bandora da série Zyuranger inseridas como Rita Repulsa em Power Rangers. Sem contar que a mesma havia gravado cenas para a adaptação americana. Para mais, leia aqui.

Tantos as cenas de Shaider como as de Spielvan acabaram, e a série foi cancelada. Não teve final, e após dois anos no ar a Saban faria uma nova adaptação americana para a franquia dos Metal Heroes: Big Bad Beetleborgs e Beetleborgs Metalix. O que daria um bom "desenterra" para o futuro.



Quanto aos atores, Brad Hawkins seria o Ranger Branco como citamos acima. Depois de VR Troopers, ele dublou o Trey de Triforia/Ranger Dourado em Power Rangers Zeo quando morfado, intercalando com os trigêmeos Ted, Tom e Tim DiFillippo, que interpretavam o herói na forma civil. Como ator, passou brevemente pelas séries de primetime (horário nobre) como Prison Break, Charmed, CSI, etc. É também cantor country.

Sarah Brown é casada com o produtor executivo Shuki Levy desde o ano de inauguração da série. O casal tem um filho de 16 anos chamado Jordan. Também passou pela série Power Ranger Zeo como Heather no episódio triplo "There's No Business Like Snow Business" (episódios 15 ao 17), onde era o interesse romântico de Tommy. Passou por séries como General Hospital, Cold Case, e também na veterana novela Days of Our Lives (exibida no Brasil pelo canal Sony nos anos 90) entre 2011 e 2012.

Michael Bacon, chegou a aparecer no clipe da música "You Mean the World to Me" como um affair da cantora Toni Braxton. Foi o único do elenco principal de VR Troopers que não participou de alguma temporada de Power Rangers após o cancelamento da série. Atualmente, Bacon vive com sua família em Massachusetts. Contrariando os boatos da "hateria" de plantão de que o mesmo fosse ator de filmes pornô.



No Brasil, VR Troopers estreou em 18 de setembro de 1995 no extinto (e saudoso) programa infantil TV Colosso, fazendo dobradinha com a segunda temporada de Power Rangers na hora do almoço. Aliás, ambas as temporadas vigentes, até então, das mesmas no Brasil estrearam no mesmo dia na Globo. Que por um lado, fez sucesso por aqui e rendeu vendas de brinquedos pela marca Estrela (ao invés de ter vindo diretamente pela Bandai como foi com PR por aqui), chicletes com figurinhas auto colantes da Bomky, etc.

Enquanto o sucesso mediano rolava por estas bandas, havia uma tristeza por conta de muitos fãs hardcore das séries de tokusatsu da geração Rede Manchete. É que pelo fato da Saban ter comprado os direitos de Metalder, Spielvan e Shaider, não haveria mais exibição das séries originais por aqui. O que deixou muita gente fula da vida e deixa até hoje. É preciso que se diga que essa raiva existe até hoje, mesmo com o advento da internet e fácil acesso (alternativo) às séries originais. Mas fala a verdade, quem é que não assistia o VR Troopers pra ver as cenas de ação e matar as saudade dos nossos heróis que atire a primeira pedra, né?

VR Troopers foi dublado pelos extintos estúdios da Herbert Richers. Ryan tinha a voz de Marcus Jardym, que dublou a voz de Ken em Bicrossers (Kyodai Ken Byclosser, 1985) no trabalho do mesmo estúdio. Kaitlin era dublada por Adriana Torres, a Maria Joaquina da novela mexicana Carrossel. E J.B. por Marco Ribeiro, que dublou o Gavan nos estúdios da VTI e eternizou-se como Yusuke Urameshi de YuYu Hakusho nas duas dublagens da Audio News.



VR Troopers teve exibição na extinta Fox Kids brasileira em meados de 1996 indo até o final de fevereiro de 1998. Era exibido em dois horários: 16h30 e 23h00; de segunda à sexta. Entre 1998 e 1999, VR Troopers foi jogado nas madrugadas da Globo. Onde a segunda temporada -- que era inédita na emissora carioca -- amargou o horário inconstante da insônia. Tipo, entre 4h00 e 5h30 da manhã. Coincidência ou não, Shaider também passou nas madrugadas da Globo anos antes. Atualmente VR Troopers pode ser visto por vias legais através da Netflix. Porém, com nova dublagem dos estúdios Gemini Mídia. Falando nisso, a nova dublagem é cheia de falhas. A começar pela transformação "Trooper transformar!". Isso seria um outro assunto a tratar com mais calma e mais detalhes.

Para o bem ou para o mal, a série pode ser a ovelha negra da Saban. Perde apenas pro Masked Rider na ruindade da tosquice. Mas ao invés de se assistir com um trauma existente na época, hoje pode ser vista pra escrachar a catastrófica produção e rir à beça. De qualquer forma, Troopers marcou uma geração positiva ou negativamente por aqui, mas está anos-luz de ser considerado um cult como Power Rangers é até hoje.

Em todo caso, já pensou se VR Troopers fizesse mesmo sucesso? Acho que a próxima vítima seria a série do... Humm, é melhor nem falar nada. É até pecado dizer qual seria. Jogue suas mãos para o céu e agradeça...



 

Bônus: Concorrentes contemporâneos


Ainda em 1994, VR Troopers e Power Rangers tinham outras duas séries concorrentes da DIC Entertainment. Relembre e confira um resumo destes tokusatsus americanos a seguir:


Superhuman Samurai Syber-Squad

A série foi o resultado de uma parceria entre a DIC, a Tsuburaya e a Ultracom. Esteve no ar entre 12 de setembro de 1994 e 11 de abril de 1995 e teve 53 episódios. Foi a adaptação americana do tokusatsu original Denkou Choujin Gridman (Super-homem Relâmpago Gridman; 1993-94), do gênero Kyodai Hero (herói gigante).

Foi estrelado por Matthew Lawrence - então com 14 anos de idade, do filme Uma Babá Quase Perfeita (Mrs. Doubtfire, 1993) protagonizado pelo já saudoso Robin Williams. A história contava sobre o adolescente Sam Colins que tinha uma banda chamada Team Samurai. Um dia, ele foi teletransportado para o seu computador e assume a identidade de Servo para lutar contra criaturas monstruosas de Kilokhan na realidade cibernética. O jovem contava com seus amigos na luta contra o mal.

O programa era de baixo custo e se limitava a cenários fechados. Pra se ter uma ideia, Sam tinha uma irmã que ficou apenas na imaginação e que se comunicava com ele através de uma caixa de som. As história tinham um certo carisma e alívio cômico à moda americana. Mas agradava a quem assistia.

Foi exibida na extinta Rede Manchete simplesmente como Super Human Samurai e fazia parte do licenciamento da Sato Company para a programação da saudosa emissora carioca dos Bloch. Assim estreava o bloco JapAction* no dia 25 de março de 1996 com Super Human Samurai e as reprises de Ultraman e National Kid com redublagens. Havia também a reprise de Solbrain e mais tarde a estreia do anime Shurato (ambas trazidas pela Tikara Filmes). A dublagem ficou por conta da extinta Gota Mágica (sim, a mesma de Cavaleiros) e teve Jonas Mello na narração, Hermes "Seiya de Pégaso" Baroli como Sam/Servo, Gilberto "Saga de Gêmeos" Baroli como Kilokhan (alguém lembra do "pedaço de carne"?), e grande elenco da dublagem paulista.

Segundo o sr. Nelson Sato, em entrevista à unica edição da lendária Revista Gyodai, havia o interesse de licenciar a série original para o Brasil. Porém, a Tsuburaya não permitiu e sugeriu a adaptação americana. Que fez sucesso relativo para o público que acompanhava a Manchete.

Super Human Samurai foi reprisado entre 2000-01 pela Gazeta/CNT junto com as séries licenciadas pela Sato Company.


*Curiosidade: Relembre a grade do bloco JapAction na Manchete:

25 de março a 26 de abril de 1996

Segunda à quinta

19h00 - Super Human Samurai (estreia/inédito)
19h30 - Ultraman (estreia/reprise/redublado; foi ao ar até o ep. 12)

Sexta

19h00 - National Kid (estreia/reprise/redublado; foi ao ar até o ep. 3[?!])
19h30 - Solbrain (estreou em junho de 1995; reprise)

29 de abril a 10 de maio de 1996

Segunda à quinta

19h00 - Super Human Samurai (inédito)
19h30 - Kamen Rider Black RX (estreou em julho de 1995; reprise)

Sexta

19h00 - National Kid (reprise/redublado)
19h30 - Ultraman (reprise/redublado)

13 a 31 de maio de 1996

Segunda à quinta

19h00 - Shurato (estreia/inédito)
19h30 - Super Human Samurai (inédito)

Sexta

19h00 - Shurato (inédito)
19h30 - Ultraman (reprise/redublado)

Fonte de programação: Acervo Folha

OBS: O bloco ficou apenas dois meses no ar e as demais séries continuavam seguindo na programação da Manchete.


Tattooed Teenage Alien Fighters from Bervely Hills


No ar entre 3 de outubro e 8 de dezembro de 1994, esta série foi uma produção puramente americana e os visuais lembram ligeiramente o Super Sentai Battle Fever J (1979). Como o próprio título diz, a série se passa na famosa e popular cidade da Califórnia.

O quarteto estudantil é escolhido pelo alien Nimbar, que era uma gosma falante que seria algo como o "Zordon" da série. Os jovens teriam que lutar contra o Imperador Gorganus que visa conquistar a Terra, onde seria o centro de uma rede de portais que lhe daria mais poder para o domínio de nosso planeta.

Com apenas um toque no dedo de Nimbar, os jovens ganhariam tatuagens baseadas em constelações celestiais. Quando Nimbar se comunica, as tatuagens piscam. As plataforma chamadas Transo Discs são as chaves para a transformação dos heróis para as Sentinelas Galáticas. Ao se unirem, o quarteto forma o guerreiro medieval Knightron. Algo como um "Megazord" de tamanho humano.

O ator Kevin Castro, o Tunker de Super Human Samurai, fez uma participação especial em um dos episódios como Rick. O quinto sentinela chamado Orion -- que foi o substituto temporário de Laurie/Scorpio. O jovem (alien) foi o affair de Drew/Centaur.

No Brasil, a série ficou conhecida como Os Jovens Guerreiros Tatuados de Bervely Hills. Estreou no SBT em 12 de outubro de 1995 (quinta-feira) num compacto dos três primeiros episódios dentro do Cinema em Casa Especial - apresentado por Eliana. Logo no dia 16 do mesmo mês (segunda-feira) estreou no Programa do Mallandrona faixa das 11h da manhã. Ganhou uma rápida reprise em 1997 no mesmo horário. Vale destacar as vozes dos dubladores brasileiros Angélica dos Santos (como Laurie Foster/Scorpio), Wendel Bezerra (Gordon Henley/Taurus), Lúcia Helena (Drew Vicent/Centauro) e Hermes Baroli (Swinton Sawyer/Apollo). Apesar de ser muito tosca, vale a pena assistir por algumas peculiaridades que diferem de Power Rangers e as demais séries citadas.



Estrelas Lendárias - Mitsui, a pequena amazona da Manchete

Mitsui nos tempos da Manchete, em 1995

Este é o Blog DAILEON, em ritmo de comemoração aos 20 anos do anime Os Cavaleiros do Zodíaco no Brasil. E mais uma nova edição da seção Estrelas Lendárias chega agora contando e relembrando momentos do auge do sucesso de Seiya e seus amigos. Hoje vamos falar sobre uma apresentadora que marcou um momento ápice do sucesso. Ela é a pequena notável Mitsui.

Após a primeira exibição inédita dos primeiros 52 episódios anime entre 1 de setembro e 14 de novembro de 1994, nos programas Dudalegria (com Duda Little) e Clube da Criança (com Pat Beijo), aconteceu a primeira reprise. A Manchete havia anunciado no encerramento do episódio 52 que novos episódios viriam em 1995. Chegou o novo ano e acontecia uma segunda reprise.

Foi então que a partir de 1 de maio de 1995 chegava uma nova leva com mais 32 episódios, que compreendia entre os episódios 53 e 84. A partir desta data, Os Cavaleiros do Zodíaco, que já tinha uma faixa própria meses antes na faixa das 18h30, passaria a ser comandada por uma menina. Foi então que o programa teria uma abertura própria e apresentação da japinha Mitsui. Com isso, as mudanças fizeram com que a faixa ganhasse mais 10 minutos de segunda a quinta (das 10h20 às 11h; e das 18h20 às 19h) e um compacto semanal às sextas-feiras (das 10h às 11h; e das 18h às 19h).

Sobre a Mitsui, ela fazia aparições básicas dando uma sinopse do episódio do dia e apresentava um rápido trecho do episódio seguinte. Ora ficava parada em frente à câmera, ora fazia uma dancinha de criança. (:P) Não se sabe se este é o nome verdadeiro da garota.

Bem, Mitsui marcou aquela geração por mais simples que ela fosse. Agradou e tanto a molecada.



Chapolin vira desenho animado

Que os bons o sigam em desenho

Depois de Chaves, agora é a vez do Chapolin Colorado, herói criado e interpretado por Roberto Gômez Bolaños, ter sua própria série animada. O projeto é uma parceria entre a emissora de televisão Televisa e a produtora Ánima Estudios, com previsão de lançamento para o terceiro trimestre de 2015 no México.

Maca Rotter, diretora geral da Televisa Consumers Products, disse ao site Chavo del 8: "Temos muita fé nesse produto porque El Chavo del Ocho já preparou o terreno, quebramos a barreira da mudança de plataformas e chegamos a outras gerações com oito temporadas e 135 episódios. Era uma coisa impensável, mas que reafirmou o personagem como a maior e mais importante marca da Televisa em nível mundial".

A série original de El Chapulin Colorado (título original do herói mais atrapalhado da história) foi exibida originalmente na Televisa entre 1 de setembro de 1972 e 14 de outubro de 1979. A série estreou na TVS (atualmente conhecida como SBT) no segundo semestre de 1984. Ao contrário de Chaves, a série (lamentavelmente) teve vários hiatos na TV brasileira. 

Curiosamente, Chapolin está concorrendo diretamente com o Horário Político da TV no site do SBT, com duplo episódio.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Estrelas Lendárias - Bernard Minet, o intérprete original de "Os Guardiões do Universo"


Estamos na semana de aniversário dos 20 anos d'Os Cavaleiros do Zodíaco em nossas terras. Bom, que tal sairmos um pouco do Brasil e falarmos sobre um ícone vindo da França que tem tudo haver com Seiya e cia, além de vários animes e tokusatsus da Geração Manchete? Estrelas Lendárias está de volta para três edições especiais dedicadas à nostalgia de Seiya e cia, e vamos falar sobre um dos nomes da cultura pop japonesa, nascido e conhecido na terra da Torre Eiffel. Sem ele, jamais cantaríamos a musiquinha "Os Guardiões do Universo" que tocava no início de abertura do anime nos primeiros oito meses da exibição brasileira. Hoje apresentamos: o ator/comediante/cantor Bernard Minet.

Ele nasceu em 28 de dezembro de 1953 e seu nome de batismo é Bernard Wantier. Começou sua carreira no Passo de Calais em 1969 e no ano seguinte em Paris. Na capital francesa, participou de várias bandas como Golf Druout, Pop e Baloches. Em 1974 ganhou seu primeiro prêmio em percussão no Conservatório Nacional de Paris. Em 1983, iniciou uma parceria com a cantora Dorothée (a Catherine nos episódios 29 e 31 de Jiraiya e Dra. Dorothee no episódio 30 de Liveman) e se juntou à banda Les Musclés como baterista. Mais tarde seguiu carreira solo.



Mas Bernard ficou conhecido mesmo por lá por cantar temas originais para as séries de anime e tokusatsu. Como por exemplo a música "Les Chevaliers du Zodiaque", que foi exportada para a Espanha como "Los Guardianes del Universo" e mais tarde veio pra cá como "Os Guardiões do Universo" -- o nosso primeiro tema nacional de abertura dos Cavaleiros.

Seu primeiro sucesso neste meio foi com as músicas do Super Sentai de 1984 Chodenshi Bioman (detalhe: o nome da série é lida por lá como se escreve e sem a pronúncia em inglês). Com o sucesso de Bioman, mais dois sentais foram por lá e se transformaram em Bioman 2 e Bioman 3. Eram respectivamente Maskman e Liveman.



Bernard cantou diversos temas para animes como Dragon Ball, Sailor Moon, Fly, Kinnikuman, Patlabor, Ranma 1/2, Robotech, She-Ra, Shurato, Silverhawks, etc. Para tokusatsu cantou também para Shaider (ou Captain Sheider por lá), Flashman, Jiraiya ("Giraya"), Jaspion, Jiban, Sharivan, Winspector, Turboranger (Turbo Rangers), Ultraman 80, etc.

Bernard ainda apresenta shows cantando os temas das séries japonesas que fizeram sucesso na França. Ele também segue carreira de ator e comediante. Mantém um site oficial e um perfil pessoal no Facebook. Talvez seria uma atração bastante curiosa em algum evento no Brasil. Quem sabe uma vez...

Confira os clipes de Bernad Minet a seguir. Ah, se liguem no visual "déjà vú" de um outro personagem muito querido pela otakada:











*Estrelas Lendárias volta amanhã com um ícone brasileiro que marcou a passagem de Cavaleiros na Manchete. Acesse o blog para mais Saint Seiya nostalgia.

Kamen Rider Drive não terá moto

Shinnosuke e Kiriko

A edição do mês de outubro da revista japonesa Hyper Hobby apresentou mais informações sobre Kamen Rider Drive. Uma delas é respondida pelo produtor Takahito Omori que disse o seguinte: "Drive não vai pilotar uma moto".

Uma das novidades é que Kirito dará suporte ao herói, carregando alguns Shift Cars. No elenco da série, duas integrantes do grupo Kamen Rider GIRLS estão garantidas. Mitsuki Endo e Hitomi Isaka, respectivamente representantes de Fourze e OOO no grupo, participarão do segundo episódio da trama.

Kamen Rider Drive estreia no Japão em 5 de outubro, pela TV Asahi às 8:00 JST.

Filme de 24 Horas pode estar a caminho da produção

Jack e Chloe podem ir para as telonas o mais breve

Não é de hoje que um filme da série 24 Horas - para o cinema - é cogitado. Afinal, esperamos por isso desde quando a quinta temporada estava no ar. Bem, o produtor John Cassar havia dito em julho passado que o filme estaria nos planos.

Segundo informações do site TV Line, o Presidente da Imagine Entertainment, Brian Grazer, está bastante interessado no projeto. Pelo visto as negociações estão indo de vento em popa. Será ótimo ver Jack Bauer e Chloe O'Brian em tela grande. A dupla merece.

Aguardemos algum sinal verde oficial da Fox.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Os 20 anos de Os Cavaleiros do Zodíaco no Brasil

Seiya e seus amigos comemoram hoje duas décadas em nosso país

Hoje é uma data bastante especial para nós otakus brasileiros. Poxa, parece que o dia 1 de setembro de 1994 foi ontem, né?. Ainda guardo boas lembranças daqueles maravilhosos tempos dourados que não voltam mais. Foi às 18h30 daquele dia que começaria uma nova era jamais vista antes na TV brasileira. Os Cavaleiros do Zodíaco estreavam no Brasil, pela extinta e saudosíssima Rede Manchete, dentro do programa Clube da Criança. Além da exibição matinal no programa Dudalegria, às 10h30 (que só havia começado no dia seguinte a partir do episódio 2).



O sucesso foi praticamente imediato. Em menos de um mês, Seiya e seus companheiros viraram assunto principal em papos de roda nas escolas, se tornaram temas de brincadeiras infantis, seus bonecos da Bandai eram os mais cobiçados no final daquele ano. Se você nasceu depois desse ano e conheceu Cavaleiros há alguns anos, talvez nem imagine o esforço que um pai de família poderia fazer para comprar um Cloth Myth nas lojas para dar de presente de natal ao filho. Pois é, Cavaleiros fazia e ainda faz isso mesmo.



O anoitecer era sagrado para crianças/adolescentes da época. E nas sextas-feiras, então... Todo mundo tinha que se reunir na casa de algum amigo (pelo menos eu fazia isso na época. hehehe!) pra ver o compacto da semana. Parecia final de Copa do Mundo ou coisa do tipo. (rsrs) Enfim, são tantas lembranças boas que se devem guardar de uma era mitológica que ficou na saudade.

1994 foi marcante por vários fatos importantes na sociedade brasileira. Mas Cavaleiros chegou pra fazer diferença na história da nossa cultura pop. O tempo provou que Seiya e seus amigos vieram para nos ensinar o valor da amizade, da persistência e da vitória. Haviam críticas quanto a violência e até proibição de pais quanto ao anime. O que era um escândalo na época para os mais conservadores. Mas após 20 anos, vemos que o quadro é diferente do que haviam especulado. Só o público fiel sabe o valor que Saint Seiya tem.



Na Manchete, CdZ era exibido diariamente, de segunda à sexta. E mais tarde, em maio de 1995, passaria a ter exibição regular de segunda à quinta, e compacto da semana nas sextas-feiras. Além da dobradinha dominical às sete da noite. Depois da exibição dos primeiros 52 episódios inéditos, houve duas reprises. Em 1 de maio de 1995 iniciava uma nova leva de episódios que ia do 53 até o 84. A partir daí foi lançada a música interpretada por Larissa e William, que foi uma das mais pedidas nas rádios locais de todo o país.



Três dos quatro filmes da série clássica foram lançadas direto-para-vídeo (VHS), sendo que um foi para o cinema. Garantindo uma enorme lotação nas salas. E teve gente que ficou em pé pra ver os defensores de Atena nas telonas. Mais tarde os filmes seriam exibidos nas férias de dezembro de 1995 e julho de 1996, na faixa das nove da noite aos domingos -- disputando fortemente a audiência contra Silvio Santos e Fantástico.

O sucesso de Cavaleiros foi a chave para a entrada de novos animes na TV brasileira. O sucesso foi maior que nos anos anteriores, ganhando mais evidencia com exibições de Sailor Moon (1996-97), Samurai Warriors (1996-97), Shurato (1996-99), YuYu Hakusho (1997-99), Supercampeões (1997-98), e mais alguns desta geração que foram exibidas em canais como SBT (Fly, Reyarth, Dragon Ball, Street Fighter II) e Record (Kaiketsu Zorro, Robin Wood no Daiboken). Era a primeira fase dos animes no Brasil na era "D.C" (Depois de Cavaleiros).



Os últimos suspiros do anime na Manchete se deram numa reprise do episódio 73 (final da saga do Santuário/Doze Casas) no dia 12 de setembro, quando passava às cinco da tarde. No 31 de dezembro de 1997, Os Cavaleiros do Zodíaco: O Filme (A Lenda dos Defensores de Atena) foi exibido das 15h30 às 17h00, e no dia seguinte (1/1/1998), passou Os Cavaleiros do Zodíaco: A Batalha do Armagedon no mesmo horário.

Uma segunda fase veio depois de quase seis anos. Mas isso é uma outra história... Hoje só temos mesmo é que agradecer ao mestre Kurumada, à Toei Animation, à Samtoy/Bandai, à Manchete, e dubladores por nos proporcionar uma infância e juventude maravilhosa que jamais esqueceremos. Obrigado por tudo! Parabéns lendários Cavaleiros de Atena por estes merecidíssmos 20 anos de sucesso no Brasil!

"Me dê a sua força, Pégaso!"



*Ao longo desta semana, o Blog DAILEON fará especiais dedicados à nostalgia de Cavaleiros na Geração Manchete, até às vésperas da estreia do filme A Lenda do Santuário nos cinemas. Adiantando, teremos três edições da seção Estrelas Lendárias. Por Atena, aguardem! Enquanto isso, vamos relembrar... :D




Canal Sony anuncia novas temporadas para outubro

A nova temporada de séries americanas para o primetime de 2014-15 está aí. No Brasil, as temporadas começam em outubro. E o canal pago Sony confirmou a exibição de novas temporadas das séries Revenge, The Blacklist, Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. e Grey’s Anatomy.

Warner Channel confirma exibição de quatro novas séries da nova temporada

Contudo, ainda não há previsão para a nova temporada de Once Upon a Time pintar na programação ainda no fim do ano. Podendo estrear no início do ano que vem.

Ainda não foram divulgadas as datas de estreia das mesmas. Mas estas devem sair ainda neste mês.

Enquanto isso, o Sony lançou um pequeno trailer da próxima temporada, cujo o mesmo tem a seguinte título:  "Em outubro, cada coisa em seu lugar no canal Sony". Assista o vídeo:


Depois de um quase beijo, Miyuki prova que é mais que uma personagem tosca de Mahouka Koukou no Rettousei

Cena em Miyuki quase foi longe demais

[SPOILERS]

Vocês viram o episódio da semana de Mahouka Koukou no Rettousei? Gente, o que foi mesmo aquela cena no final? Sério mesmo que a Miyuki iria beijar mesmo o Tatsuya, seu próprio irmão? Tudo bem que o anime já tem subtendido muito a tentativa incestuosa entre os Irmãos Shiba, e mais pelo lado da menina do que do próprio rapaz. Mas esta sim foi a cena mais constrangedora de toda a série.

Se você não viu e já está lendo este spoiler, após Tatsuya resolver um caso no atual arco (Distúrbio em Yokohama), ele dá um cochilo na sala de sua residência. E eis que chega a chata da Miyuki numa tentativa de beijá-lo. Isso mesmo. Tatsuya acorda antes da consumação do fato que passaria longe demais e a garota corre para o seu quarto em desespero. Desentendido (ou se fazendo), Tatsuya pede desculpas à mesma por deixá-la preocupada.

Daí ela se anime e depois é mostrada uma cena em que Miyuki se retorce loucamente em sua cama à noite. Vejam vocês mesmos na foto abaixo:



Há algumas semanas atrás eu apontava aqui no blog os problemas de Mahouka Koukou no Rettousei. É uma série que é interessante? Sim. Mas tem enredo lento e arrastado. O arco do Distúrbio de Yokohama que está no ar tem sido bem mais do que nos arcos anteriores. No mais, o anime deixa muito a desejar para aquela que foi dita pela imprensa especializada japonesa como o anime boom de 2014. Todos estavam errados e inclusive este que vos escreve. Não digo que Mahouka Koukou no Rettousei seja o pior anime do ano, pois há umas poucas tramas que prendem a atenção do público. Digo que foi a maior decepção. Uma trolagem mesmo.

Se tem um anime desta temporada de primavera/verão que merece destaque com todo o louvor é o Captain Earth. Apesar de ser menos lento que Mahouka, lá tem tramas mais movimentados, mais drama pessoal em acensão e mais ação. Tudo o que Mahouka não possui.

Quanto à Miyuki, ela chegou à "perfeição" e ultrapassou a marca de personagem mais chata/inútil/patética de Mahouka. Ela de longe é a pior personagem de anime de 2014. Anotem aí.