Os vilões Fish e Pinguim são os melhores personagens da série
Gotham é outra série americana que está se mostrando digna de marcar geração. Apesar de uma ou outra enrolação na trama que não interfere tanto no desenrolar. Mas quem estão roubando mesmo as cenas são os vilões. Não sei você, mas às vezes tenho a impressão de que eles acabam levando o protagonismo numa boa. No episódio exibido nesta segunda (2) na Warner, Fish Mooney (vilã exclusiva da série) e Oswald "Pinguim" Cobbleplot (dispensa-se comentários, né?) roubaram cena mais uma vez. Isso é coisa que acontece há tempos. Ok. Mas o ápice destes foi maior. A cena em que os dois se confrontam e revelam suas reais intenções foi um marco que tem tudo para desencadear a mudança de rumo da série até o final da temporada. Sem dúvidas, são os melhores vilões da série. A atriz Jada Pinkett Smith e o ator Robin Lord Taylor tem tudo para terem destaque maior na TV ou no cinema por causa destes grandes personagens e seus atritos pelo poder. Claro que a participação deles não tiram de vez o foco no James Gordon. Que aliás, é muito bem interpretado por Ben McKenzie. Gordon é um elemento importante para Gotham e isso está sendo passado muito bem. Voltando sobre os vilões, Falcone é outra peça chave para a série. Mas, bem pessoal, outro vilão - ou futuramente será - que vem chamando a atenção é o Edward Nygma (a.k.a. Charada). Até aqui eles faz o tipo mocinho "nerd" que trabalha na policia forense, sofre bullying e é apaixonado por sua parceira de trabalho. Gotham está no final dos primeiros 16 episódios planejados inicialmente. Os outros seis episódios finais podem nos surpreender bem mais do que está no presente momento.
As séries Super Sentai são patrimônios tombados e carimbados na cultura pop japonesa. Mais comumente no ocidente conhecemos a franquia pela suas contrapartes americanas, realizadas por Haim Saban. Mas bem antes do megasucesso noventista Mighty Morphin Power Rangers, um sucesso do gênero de tokusatsu dos esquadrões multi-coloridos originais (do Japão) foi responsável por um fenômeno que, ao lado de Jaspion, abriu as portas para um filão de outras séries japonesas live-action com efeitos especiais no Brasil. Além, é claro, dos animes. Dengueki Sentai Changeman (Esquadrão Relâmpago Changeman) completa hoje 30 anos de sua estreia no Japão. Tudo começou às 18:00 (JST) do dia 2 de fevereiro de 1985 - sábado - quando a TV Asahi deu continuidade à franquia dos sentais com a mais nova série do gênero da Toei Company, até então. Sucedendo o legado iniciado por Gorenger e seguido por JAKQ (estas duas incluídas na franquia a partir de 1995), Battle Fever J (outrora primeiro Super Sentai), Denziman, Sun Vulcan, Goggle V, Dynaman e Bioman.
Os Defensores da Terra
O trio poderoso de Gôzma: (esq. pra dir.) Shima, Giluke e Buba
A série - que originalmente seria chamado como Uchuu Sentai Cosmoman (Esquadrão Espacial Cosmoman) e teria expedições espaciais como tema principal - conta a história de cinco soldados do exercito dos Defensores da Terra que são banhados por uma força misteriosa conhecida como Força Terrestre (Earth Force no original) que emana do nosso próprio planeta. Os jovens foram treinados pelo Sargento (Comandante) Ibuki para combaterem as forças do terrível Gôzma, liderado pelo Rei Estrelar Bazoo (Bazeu; similar ao Espectro Negro de Power Rangers no Espaço). O quinteto é liderado por Hiryuu Tsurugi/Change Dragon, um ex-jogador de beisebol e destemido em situações de extremo perigo; seguido por Shô Hayate/Change Griphon, o segundo no comando e rival metido a mulherengo; Yuuma Ozora/Change Pegasus, o intelectual com atitudes infantis; Sayaka Nagisa/Change Mermaid, a graciosa "cérebro" da turma; e Mai Tsubasa/Change Phoenix, uma poderosa e valente motoqueira.
Eyecatch de Changeman com ilustração do Change Robô
Para se transformarem, os Changeman erguem os seus Change Brace ao gritarem "Vamos Change!" ("Let's Change!"). Em ação, armam-se com as pistola chamadas Change Fogo (Change Sword) nos modos de tiro e espada-escudo. Sem contar com as poderosas "Zookas", que juntas formam a Power Bazooka (chamada algumas vezes pela nossa dublagem como "Poderosa Bazuca"). Sendo a primeira arma fatal dos Super Sentais contra os monstros da semana. Os heróis também contam com as motos Auto Changers e o carro Change Cruiser. Ah, não podemos nos esquecer do arrimo dos Changeman: o gigante Change Robô. Formado a partir da junção dos veículos-componentes (Jet Changer 1, Helichanger 2 e Landchanger 3) transportados pela nave-mãe Shuttlebase, cujo tinha a Espada Relâmpago (Dengueki Ken) e desferia o mortal Super Thunderbolt. Já o núcleo do mal, ao lado de Bazoo, o bando é composto pelo medonho General Giluke (Girook), o pirata espacialBuba (Booba), a mulher de voz masculina Shiima, e o navegante Gaata (Gator). Como todo bom grupo maligno de Super Sentai dos anos 80, Gôzma tinha os soldados Hidler (Hidrer) como tropa e o icônico monstro Gyodai que ressuscitava os monstros e os tornava gigantes. Alguns destes monstros serviam a Bazoo por ceder às chantagem do tirano.
A diabólica Rainha Ahames
Hiroko Nishimoto nos bastidores de Changeman
Mai Ooishi como Mai Tsubasa
Changeman é uma série que possui fluidamente um carisma cativante em cada um de seus 55 episódios para TV e os dois filmes pro cinema. Ora com momentos engraçados e meio infantis, ora com uma considerável carga dramática que prende a atenção de algum telespectador que pode se deparar em qualquer ponto do desenrolar da trama. O que empolga mais na série são as divisões de sagas que surgem com o passar do tempo. Como a aparição da maléfica Rainha Ahames, a rival direta de Giluke que dá baitas dores de cabeça aos nossos heróis. A busca de Nana, uma ser espacial do planeta Tecnolíquel (Rigel) que emana a poderosa força Aura Energética (Aura Rigel), visada e disputadíssima por Giluke e Ahames. São histórias que vão evoluindo e aumentando mais ainda a tensão em torno da trama.
Kazuoki Takahashi, o eterno Change Griphon
Os atores principais da série deixaram suas marcas nos tokusatsu. Após Changeman, Haruki Hamada, fez uma considerável participação no episódio 38 de Choujin Sentai Jetman (em 1/11/1991); Shirô Izumi participou rapidamente do episódio 3 de Machineman (27/1/1984) e já também no episódio 18 de Sukeban Deka II (13/3/1986) e esteve nos especiais Kamen Rider World e Super Sentai World (ambos de 1994) como um único personagem chamado Masato. Mas foi em 1992 que se também se destacou em outra série Super Sentai como Burai/Dragon Ranger em Kyoryu Sentai Zyuranger (nada mais e nada menos que a versão original da primeira temporada de Mighty Morphin Power Rangers); Hiroko Nishimoto esteve no episódio 29 de Kamen Rider Black (1/5/1988); e Mai Ooishi esteve nas séries Uchuu Keiji nas séries Sharivan (1983-84) como uma das garotas da Ilha Iga e como a Garota 2 em Shaider (1984; dos episódios 10 ao 35). Do elenco principal, o talento maior ficou por conta de Kazuoki Takahashi, que deu um misto de drama e comédia por onde passou. Regularmente viveu nas séries de Metal Hero como o canastrão Satoru em Choujinki Metalder (1987-88) e o vilão George Makabe em Tokusou Robô Janperson. Brilhou também no episódio 21 de Choushinsei Flashman (em 26/7/1986) como Miran - o suposto irmão de Sara/Yellow Flash. Além como Aman Negro no episódio 30 de Sekai Ninja Sen Jiraiya (em 14/8/1988), e demais participações nos episódios 14 de Patrine (8/4/1990), 37 de Solbrain (29/9/1991), 32 e 33 de Kamen Rider Kiva (14-21/9/2008). Recentemente, em 5 de fevereiro de 2012, apareceu no episódio 49 de Kaizoku Sentai Gokaiger reprisando como Hayate de Changeman, ao lado de alguns outros veteranos do Super Sentai.
O tema de abertura é um hino eternizado pelo lendário Hironobu Kageyama, que atualmente lidera e é o fundador da banda JAM Project. Em Changeman, Kageyama estreava no cenário tokusatsu cantando vários outros hits eletrizantes do programa. Imortalizou demais temas de abertura e encerramento nos sentais Maskman (também exibido no Brasil pela extinta Manchete) e Jetman (inédito no Brasil). Além de temas de outras séries de tokusatsu como Fiveman, Janperson, Kakuranger, Ohranger, Ultraman Dyna, Gaoranger, Hurricaneger, Abaranger e Garo (onde emprestou a voz ao anel Zaruba). Nos animes, seu nome ficou arraigado pelos títulos Os Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball Z e Dragon Ball GT.
O demoníaco Super Giluke
As BGMs foram compostas pelo músico Tatsumi Yano, que havia trabalhado também em Bioman. Podemos dizer que estas trilhas sonoras inspiram toda uma nostalgia dos tempos dourados da Manchete. Outro talento que merece ser mencionado é o character designer Yutaka Izubuchi na criação dos vilões. Izubuchi havia contribuído com o mesmo serviço no sentais Dynaman, Bioman e Flashman (série que sucedeu Changeman e também exibida no Brasil). Além de diversos trabalhos em outros tokusatsus e animes como Gundam e Patlabor. Ah, não poderia esquecer do trabalho dos dublês da JAC (Japan Action Club; atual JAE - Japan Action Enterprise). Os heróis eram formados por Kazuo Niibori (dublê de vários Reds), Koji Matoba (dublê de Jiraiya), Tsutomu Kitagawa (dublê de Godzilla), Masato Akada e Yuichi Hachisuda (o dublê de heroínas e vilãs). Vale ressaltar que esta mesma formação já trabalhou com a respectiva hierarquia de cores nas séries Flashman e Maskman. Destaques também para Hideaki Kusaka (dublês de robôs gigantes e vilões dos Sentais) como Gyodai e Change Robô; e ao grande Yoshinori Okamoto como Buba. Após Changeman, ele sofreu um acidente automobilístico que o impossibilitou de atuar em Flashman. Só voltaria nos episódios finais como Bo Galdan após suas recuperação.
Yoshinori Okamoto, o dublê de clássicos vilões dos super esquadrões
No Brasil, Changeman chegou por intermédio do sr. Toshihiko Egashira (Toshi) em 1986 e inicialmente lançado em VHS no ano seguinte pelo selo da distribuidora Everest Vídeo, junto com - o maior tokusatsu original de estrondoso sucesso em nosso país - Jaspion e o anime Comando Dolbuck. Só a partir de 22 de fevereiro de 1988 (segunda-feira), que Jaspion e Changeman estrearam na programação da saudosíssima Rede Manchete. Garantindo sucesso absoluto de audiência e popularidade nos fins de tarde do programa Clube da Criança (apresentado na época por Angélica), e mais tarde com horário alternativo nas manhãs do programa Cometa Alegria (comandados por Cinthya "Biba" Alegria e Patrick "Simba" de Oliveira), Changeman, ao lado do nosso Ginga no Tarzan, rendeu vários brinquedos e produtos ligados ao sentai. Além de um circo show que foi garantia de sucesso por onde passava. Changeman foi exibido na Manchete até por volta de 1992. Sendo que o último episódio foi exibido cerca de dois anos e meio depois de sua estreia na TV brasileira, em agosto de 1991. Passou também na tela da Record entre 1994 e 1996, pelo bloco Tarde Criança, curiosamente omitindo os primeiros 16 episódios, devido a problemas nas fitas masters. Lá fez sucesso mediano ao lado de Jaspion, Flashman e mais outras séries licenciadas pela italiana Oro Filmes como Goggle V, Machineman e Sharivan. Sem contar que sua última exibição oficial na TV brasileira se deu entre 1997-98 nas manhãs da CNT/Gazeta. Em 2009 foi lançado em DVD pela Focus Filmes, onde não recebeu lá um belo tratamento de luxo que merecia pela empresa de home-vídeo.
E a dublagem clássica da Álamo? Simplesmente maravilhosa. Apesar de sofrer adaptações e alguns erros de tradução, Changeman teve um elenco de primeira linha. Nos primeiros 16 episódios, Paulo Ivo dublou o Change Dragon. Mas foi substituído por Ricardo Medrado (in memorian) que deu uma interpretação ímpar e marcante. Passaram também pelo quinteto as vozes de Carlos Takeshi (que também dublou o próprio Jaspion), Armando Tiraboschi, Neusa Azevedo e Márcia Gomes na ordem hierárquica do grupo. Vale citar também Gilberto "Saga de Gêmeos" Baroli (como Ibuki), Lúcia Helena (como Nana e Aira), Maximira Figueiredo (como Zole), Líbero Miguel (in memorian; interpretando alguns monstros), Borges de Barros (in memorian; como Gaata) e tantos outros. O destaque fica para os saudosos Mário "Seu Barriga" Vilela nas vozes de Buba e Gyodai; e Marcos Lander com as múltiplas facetas de Giluke e Super Giluke onde foi sensacional. Certamente foi um dos maiores sucessos da Toei e os fãs brasileiros recordam com carinho a série como um cult da geração Manchete. Redobraremos as comemorações dos guerreiros mitológicos para o dia do tokusatsu, em 3 de novembro, junto com Jaspion. Vale a pena relembrar.
The Flash é uma das séries americanas mais bacanas desta temporada. Particularmente estou curtindo mais pelos embaraços românticos mal resolvidos entre Barry e Iris. Mas uma coisa que me chamou a atenção mesmo no episódio desta quinta (29) foi o retorno de Leonard Snart/Capitão Frio, interpretado pelo ator Wentworth Miller. E logo ao lado veio Mick Rory/Onda Térmica, que marcou a primeira aparição do ator Dominic Purcell na série. Quem acompanhou a série Prison Break sabe muito bem de quem se tratam. Lá eles viveram, respectivamente, os irmãos Michael Scofield e Lincoln Burrows. Acredito que as escolhas da produção foram propositais. Olha, não tinha como não lembrar dos fugitivos. Se ambos ficaram marcados com estes personagens da década passada, imagine eles juntos. Imediatamente vem um flashback de toda a série na mente. Não acho que ficou ruim. Muito pelo contrário. Gostei e me empolguei ao vê-los em papeis diferentes e com superpoderes. Pra quem ainda não assistiu Prison Break, isso não vai fazer diferença alguma ao vê-los em The Flash. Mas para quem já os conhece há longa data, a coisa fica um tanto curiosa e expectante. [SPOILERS] O mais legal é que o final do episódio deu uma breve referência ao Prison Break com a prisão dos dois vilões. Que logo foram libertos pela irmã de Snart. Ou seja, a Patinadora Dourada. O rosto dela ainda não apareceu, mas já é garantida a participação da mesma ainda nesta temporada. Quem interpretará é a atriz Peyton List, da série de TV Mad Men. E isto está previsto para acontecer no episódio 16. Trocando em miúdos: nada de mapas tatuados, planos mirabolantes ou coisas do gênero. Para supervilões, isso acaba sendo obsoleto. Que tenhamos mais um Prison Break feelings na veia.
Definitivamente a música brasileira está mesmo em sua pior fase ou senão a mais depravada. Tá certo que tem muita música boa surgindo, mas hoje em dia está praticamente imperceptível. A culpa são desses forrós, pagodes e sertanejos de duplo sentido, e, infelizmente, o favoritismo por estas e a falta de romantismo são os reflexos desta grave decadência cultural. Uma verdadeira chocridão que parece ter vindo diretamente do pior lugar do inferno. Quando você menos espera, aparece algum desocupado pra usar personagens conhecidos como tema de agrado aos gringos. Foi assim com o vergonhoso "Liga da Justiça" (ou "Foge, Mulher Maravilha"). Outro dia um amigo me mostrou dois vídeos com músicas que mexem diretamente com um anime muito conhecido mundialmente. As vítimas agora são os heróis, vilões e até golpes de Dragon Ball Z. Mais precisamente da saga de Majin Boo. (Por que será, hein?) São coisas que surgiram de uns meses pra cá e que passaram despercebidas na mídia. Mesmo assim, ainda vale uma boa denúncia. A primeira chama-se "Arrocha - Super Saiyajin", da banda KamiKaiser (Cuma?!). Pra ouvir essa swingueira toda tem que ter mais de oito mil pra aguentar esse besteirol. De início, o ritmo já não ajuda e te deixa com zumbidos por vários dias. A letra destrói os elementos da série transformando-os em instrumentos sexuais. "Apelo" seria pouco para descrever a barbárie. Um estupro sem precedentes. A letra fala algo como: "Não quero Babidi/Só quero o Dabura/Esqueça Majin Boo/Eu vou botar no seu Goku/Porque sou Super Saiyajin/Pegue no meu Kamehameha/Que eu vou botar na Genkidama/Vai concentrando/Vou meter meu Piccolo em você/Vou botar no Kuririn". Cara, é incrível como uma pessoa tem uma mente tão suja assim pra criar uma chocarrice desse nível. As taras do Mestre Kame pela Bulma são fichinhas na frente disso. Coisa do diabo. Molecagem vinda do mundo das trevas. Tem um outro hit que é a "Coreografia Kamehameha", que usa (indevidamente) a voz do nosso Wendel Bezerra, o dublador brasileiro do Goku. Simplesmente tratam o herói como um lutador de periferia, dançarino de balada ou coisa do tipo. Coisa que Goku nunca foi e jamais será em universo nenhum - nem que Akira Toriyama encha a cara de biritas. Aqui nada de tão apelativo, mas o ritmo e as dancinhas são intragáveis. Nada que venha a superar o tal do "Arrocha - Super Saiyajin" no quesito de ruindade. Aquilo sim é uma imoralidade satânica que deve ser banida pra todo o sempre. Esse ultraje contra os guerreiros Z é uma prostituição imperdoável contra uma importante e séria produção clássica da animação japonesa. Falta de respeito é pouco pra isso. Se você tiver coragem pra matar a curiosidade, veja os vídeos abaixo e boa sorte:
Você não leu errado. Na tarde desta terça-feira (27) foi confirmado em - caráter oficial - no Fórum Tokubrasil a vinda do ator Tetsuo Kurata no Brasil. O ator é um nome conhecido no mundo do tokusatsu, pois ele é nada e nada menos que Issamu Minami (Kotarô Minami no original) das séries Kamen Rider Black e Kamen Rider Black RX. Dois grandes sucessos já exibidos no Brasil pela extinta Rede Manchete. Em parceria da Yamato e da Jungle, Kurata virá em julho - pela primeira vez em nosso país - no Anime Friends 2015, em São Paulo-SP. Mais detalhes ainda serão divulgados em breve.
O serviço de streaming Crunchyroll do Brasil anunciou neste domingo (25) em seu site novos J-dramas em seu acervo. São as séries Biblia Koshodou no Jinken Tenchou, Iryu S2. O destaque maior para o público que curte tokusatsu é a série Ultraman Leo. A série exibida originalmente no Japão entre abril de 1974 e março de 1975, já pode ser assistida com legendas PT-BR. Sendo a série de Ultra mais antiga já lançada pela Crunch. Em seu acervo também estão disponíveis as séries Ultraman Max (2005-06), Ultraman Mebius (2006-07) e Ultraman 80 (1980-81). Sendo que esta última deverá chegar em nosso país em breve. Vale ressaltar que a distribuição internacional é da própria Tsuburaya Productions. Confira a sinopse da série: "Ultraman Leo vem de Nebula L77. Ele vem à Terra e faz dela sua segunda casa após sua terra natal ter sido destruída por Alien Magma. Na Terra, Ultraman Leo toma a forma humana de Gen Otori, um treinador de ginástica em um clube local. Depois de testemunhar a luta entre Ultra Seven e Alien Magma, luta que fez Seven se ferir seriamente e perder seu poder de se transformar, Leo aceita a missão de defender a Terra em seu nome. Ele se une a MAC, com Seven de capitão, e recebe rigoroso treinamento para se transformar no gigante Ultra Leo e proteger seu amado planeta Terra!"
[SPOILERS] Até que enfim esse dramalhão quanto à identidade do Kamen Rider Proto-Drive foi admitida de vez, hein. Estava mais do que óbvio que o herói que lutou durante o Global Freeze era o Chase. Alguém duvidou? Pois é. Estava muito na vista. Emoção durante a revelação no final do episódio de Kamen Rider Drive desta semana foi zero. Confesso que na cena em que o androide se encontra com Kiriko à noite eu pensava que seria mais uma enrolação que deixasse alguma "pista" sobre seu mistério. Que seria resolvido num outro episódio. Pois bem. Seu problema estava em não atacar a policial, pois o seu sistema cerebral soava um alerta que dizia algo como "proteger os humanos". Quer pista melhor do que esta? Até uma criança de cinco anos mataria essa charada numa moleza. Daí aparece Brain para desmistificar o que todos já sabíamos. Pra salvar de vez e deixar a história mais emocionante, só a Kiriko para tentar fazê-lo com que a memória de Chase seja recobrada. Antes de qualquer emoção, uma boa e velha imprevisibilidade bem trabalhada seria ideal no topo do "iceberg" do roteiro. Foi a carta que faltou na manga.
É seríssimo. Não tem jeito. As dancinhas do DJ Zé Pedro no programa Rebobina, do Canal Viva, são coisas que matam qualquer telespectador de tédio. No programa desta quarta (21) o apresentador fez outra de suas apresentações. Ao chamar o intervalo comercial ele saiu aos passos da música "Homem com H" de Ney Matogrosso. Foi uma coisa ridícula e deve ser esquecida pra todo o sempre. Algo absurdamente dispensável. Como se não bastasse apenas chamar o break. O programa Rebobina é legal sim por abordar temas relacionados à cultura pop oitentista. Que aliás o episódio foi intitulado como "Mulher 80". Como o título sugere, o assunto foi sobre músicas, modas e até programas de TV femininos da época, como o TV Mulher, da Rede Globo, por exemplo. O que mata de vez são uns quadros que vão além do cúmulo do trash. O pior deles é o quadro Polícia Rebobina, aquele em que os convidados teriam que confessar suas vergonhas à público. Pior mesmo foi saber que Fafá de Belém tinha que usar umas roupas apertadas demais como micro saia como roupa de baixo e uma bota branca. Ah, produção. Nos poupe, vai.
Nos bastidores da Fox americana rolam conversas sobre possíveis retornos de Arquivo X, Prison Break e 24 Horas. Ainda não há nada fechado, mas são bons sinais à vista. Há muito o que ser acertado ainda para estas três séries. Nos mesmos corredores rola também um ponto que pode intrigar os mais ferrenhos fãs de Jack Bauer. É que ele não deve retornar numa possível décima temporada. Pelo menos isso é que os produtores dizem. Conhecendo bem o desenrolar de 24, tudo pode não passar de uma jogada de marketing. Durante os hiatos das temporadas sempre aparecia notas vindas da própria produção dando a entender de que poderia haver a possibilidade de alguma ausência do anti-herói. Foi assim quando surgiram rumores de que "Jack apareceria no quarto episódio da sexta temporada" ou "Jack será do mal no final da sétima temporada" ou até mais recentemente como "Jack sendo um "eterno perseguido" na limited series24 Horas: Viva um Novo Dia. Claro que se o fã da série não for bem atento, ele pode cair na velha pegadinha. É uma espécie de chamariz para deixar os fãs mais esperançosos. Bem, "esperança" não seria um termo ideal para uma divulgação que afirma a possibilidade de não ter a presença do ator Kiefer Sutherland na pele do ex-agente da CTU. Uma temporada de 24 Horas sem Jack Bauer seria apenas um spin-off e nada mais. Não teria uma grande força de mídia televisiva. Ressalto que é apenas uma opinião minha. De repente a Fox pode estar realmente a deixar Jack de escanteio. Mas caso isso venha a acontecer de fato, seria um convite ao boicote. Acredito que a Fox não seria louca de começar a produção de uma nova temporada sem o maior trunfo daquele universo. Afinal, quem assistiu a temporada passada e não gostaria de saber que fim teria Jack após o último tilintar do relógio digital? Não esqueçamos que Sutherland já cogitou um "fim definitivo" quando encerrou a oitava temporada. A mesma coisa pode estar acontecendo agora. Vamos aguardar o final dessa novela mexicana pra ver no que vai dar.
Fátima e Donato na minissérie (Foto: Divulgação/Globo)
Ontem foi ao ar a minissérie As Noivas de Copacabana em versão de telefilme para a sessão Luz, Câmera, 50 anos. Como o título do especial sugere, faz parte das comemorações de aniversário da Globo. Eu gosto de produções antigas da TV brasileira e independente de logo de canal, mesmo que alguns generalizem a programação da emissora carioca e digam que tudo de lá não presta. Não é assim que se cria um balanço. O negócio é julgar uma determinada produção e sua época primeiro, após assistir, é claro. Não é porque hoje as novelas são apelativas e enrolem tudo até o último capítulo que as mais antigas tenham que por obrigação ser assim da noite pro dia. Do contrário, poderia ter sido da Manchete e tudo perfect, né mancheteiros? Destaco esta série por vários fatores peculiares. A linha investigativa envolvente e movimentada é um ponto interessante. Sem contar, é claro, da interpretação geniosa de Miguel Falabella como o serial killer Donato Menezes - anos antes de viver na pele de Caco Antibes (do humorístico Sai de Baixo). Vale a pena ser conferida de ponta a ponta pra entender. Já era previsto que subtramas paralelas seriam cortadas. Oras, se virou telefilme, no mínimo isso iria acontecer, obviamente. Agora, a Globo acabou passando a "tesoura" em algumas cenas importantes do enredo. Quem viu ontem pela primeira vez pode ter notado alguma passagem brusca ou não percebeu ausência de certos detalhes. [SPOILERS] A grande cena ápice que ficou de fora desta versão foi a prisão de Donato pelo detetive França (Reginaldo Faria). Como o policial estava suspeitando das ações de Donato, ele havia bolado um plano com sua amante Leiloca (Branca Camargo) para que ela anunciasse um vestido de noiva num jornal. A intenção era atraí-lo para o "cheiro do queijo" e prendê-lo de vez. O que vimos ontem foi que após a denúncia de Fátima contra o capanga-loiro, o tempo saltou para um ano depois, onde ocorre o tribunal em que Donato responderia por seus crimes. Perdendo a graça por conta da cena mencionada acima não ter ido ao ar. Também ficou de fora a trama da professora Marilene (Tássia Camargo). Assim destacando as tramas da socialite Kátia (Christiane Torloni) e da evangélica Fátima (Ana Beatriz Nogueira). Até aí, é compreensível. Mas algumas coisas ficaram estranhas. Exemplo: a morte de Eulália (Yara Lins) - a tia de Donato - não foi ao ar, uma vez que esta apareceu apenas no início do telefilme. Outra cena foi no primeiro diálogo de Helena (Lala Deheinzelin) com França e Leiloca. De repente a ex-noiva de Donato já estava em casa e nem ao menos foi explicado como ela conseguiu o contato do casal. Como disse no início do post, subtramas paralelas foram suprimidas por motivos óbvios. Curiosamente, Cláudio (Marcelo Faria) só apareceu entre os que estavam assistindo o tribunal. Sua história não caberia no foco central da longa-metragem, mas ainda assim sua aparição foi estranha. Quem não fez falta mesmo foi Mariana (Zezé Polessa), a esposa de França. Resumindo: a primeira metade do telefilme foi bem retratada. Porém, a segunda deixou a desejar pela pressa em fechar as duas horas de duração. A Globo poderia ter esticado uns minutos a mais que sairiam bem sem problemas e os principais conflitos de Donato serem bem mais explorados na medida certa do que foram no telefilme. Foi bom assistir As Noivas de Copacabana nesta versão, mas algumas coisas ficaram a desejar. Mais emocionante mesmo é assistir aos 16 episódios originais na íntegra e ver que a interpretação de Falabella foi muito mais além do que foi mostrada no especial. Quem sabe outra reprise no futuro pelo Viva, né?