Saiu na nova edição da V Jump a primeira arte do novo filme de Dragon Ball Z. O título oficial está confirmado: Dragon Ball Z: Fukkatsu no F. O tal "F" em questão é uma referência ao um grande vilão que ressurge do mundo dos mortos. Claro que é nada mais e nada menos que o Freeza, o primeiro "chefão" da saga Z.
Na nova história, os soldados Sorbet e Tagoma, sobreviventes da tropa de Freeza, vão para a Terra para procurar as esferas do dragão para ressuscitá-lo. Teremos também a volta de Bills, deus do filme Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses, que não sabemos se retorna como inimigo ou aliado.
O filme tem roteiro assinado pelo próprio Akira Toriyama, criador da série e que ficou responsável pelo design dos personagens. O filme estreia no Japão no dia 18 de abril de 2015 em versões 2D e 3D. Ainda não há previsão para lançamento no Brasil. Confira a imagem:
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Polêmica sobre censura aos fãs de Power Rangers repercute na tokunet
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| Em resposta, tokufãs manifestam pela unidade |
Ontem eu havia escrito aqui no blog sobre uma censura que está rolando numa certa página no Facebook dita ser dedicada ao "tokusatsu original" e que exclui declaradamente - na cara dura - toda e qualquer citação sobre Power Rangers e séries derivadas da Saban. Isso porque o tal administrador não gosta da franquia e afirma que Power Rangers "não é tokusatsu" e quem afirma o contrário, segundo ele, "desconhece verdadeiramente" as séries japonesas da Toei. Sendo que a toda-poderosa japonesa permite e sua parceria com a Saban é forte desde o início.
Eu fui um dos que repudiaram este ato tirano. Também se manifestaram contra a censura os amigos Kapan do blog Super Review Time e João Gabri-El do blog Interruptor Nerd. A fan page Tokyo Space, da administradora Lady Diana, também clamou hoje por respeito e é contra este preconceito xiita aos fãs de Power Rangers (que não custa nada frisar de novo: é tokusatsu sim, senhor).
Gente, esse extremismo infantiloide já passou dos limites e esta atitude mostra o caminho que leva essa insanidade do ódio. Eu já escrevi sobre esse assunto por várias vezes pra mostrar o quão desnecessária e inútil é essa hateria toda. Veja bem: não gostar é direito de cada um e deveria ficar até aí. Ok? Toda vez que eu penso que não preciso mais, digamos, "tocar na ferida", aparece uma aberração pior que a outra que vi anteriormente. Aberração que eu digo é sobre essa confusão do desgosto por um programa ir pro lado pessoal, e que acabou puxando pra castração da liberdade de expressão dos fãs pacatos.
Muitas vezes quando eu critico fãs de anime e tokusatsu (que não são todos, obviamente), é por causa de atitudes insensatas como esta. Claro, sempre procurando o respeito e dando um puxão de orelha mesmo. Agora, tem lá na web gente que tá confundindo as pessoas com as séries. O perigo mora aí. Nunca se deve julgar uma pessoa por seu gosto e essa educação levo comigo desde quando assistia as séries japonesas na saudosa Rede Manchete e, se duvidar, em Power Rangers também. Ou caso contrário, vamos fazer o que aconteceu na Espanha, onde fãs de Pokémon e Digimon entraram no tapa.
Mas eu pergunto à galera que se diz "defensora" da Toei: Vocês aprenderam o quê com as séries japonesas? Será que vocês absorveram mesma a moral das histórias ou apenas curtem por curtir mesmo e ficam de mimimi na internet? Você já se espelharam nos japoneses e procuraram saber se existe mesmo esse ranço por lá? Qual o sentido desse ódio mortal por um mero programa de televisão e amor cego por outro programa?
E digo mais, agora para o senhor "suposto líder da alta velocidade" (entendedores entenderão de quem se trata): que coisa feia, rapaz! Ser administrador de uma fan page não lhe diz respeito a maltratar os fãs de Super Sentai/Power Rangers. Você calado ainda está errado por adotar essa postura fascista-comunista contra os seus seguidores. Querer apartar Power Rangers e as demais séries da Saban do rol das séries de tokusatsu à força é o mesmo que queimar arquivos histórico-culturais de um gênero que você mesmo diz defender com unhas e dentes. E sabemos que isso não passa de vandalismo. Foi isso que você aprendeu com as séries japonesas? Porque não foi isso que aprendi não.
Pra você, senhor, duas opções: Ou você se retrate com seus seguidores ou nunca mais assista séries de tokusatsu na vida e trate de arrumar outro hobby pra tentar censurar. Porque no meio otaku não existe "ditadura militar". Pesquisar antes de falar bobagem e respeitar o próximo é a alma do tokusatsu. E Power Rangers é tokusatsu até que se prove o contrário.
Abração a todos os haters de plantão.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Aviso importante: Power Rangers sempre foi tokusatsu
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| Quem disse que Power Rangers não tem efeitos especiais, hein? |
Quem acompanha o blog há longa data sabe do meu gosto por Super Sentai e por Power Rangers. E sempre procurei opinar sobre as coerências e incoerências que eu observo na tokunet sobre as indiferenças do assunto. Doa a quem doer. Não gosto de entrar nas rodas da discórdia, pois eu sei qual o final desse filme. Mas é cada absurdo que a gente encontra por aí que dá uma certa indignação.
Passando pelo Facebook me deparei com uma postagem de um certo grupo que se diz ligado ao tokusatsu. Não vou citar o nome do grupo ou de quem escreveu por questões de ética e pra também ninguém ir atrás procurar estresse. Mas a foto da postagem dizia algo como: "Assista o tokusatsu original! Recuse imitações e diga NÃO à Saban". Sério isso? Que campanha é essa? Quer dizer então que as séries da Saban viraram droga e quem assistiu virou dependente químico? Tudo bem que as séries dela não são feitas lá com o mesmo primor que as produtoras japonesas. Mas não esqueçamos que a Toei também teve seus "pecados" e aqui acolá pisa na bola mesmo.
O que mais me irritou na tal postagem foi a imposição ditatorial, do tipo militar mesmo. Ou seja, qualquer citação sobre Power Rangers, qualquer que seja, o comentário seria excluído. Tudo bem que um administrador não goste de uma série em questão, mas ele não tem o direito a obrigar que outras pessoas deixem de gostar e incitar ódio saudosista. Agora, uma afirmação que foi a mais que absurda que li: "Power Rangers não é tokusatsu". Segundo o tal administrador, a afirmação contrária é "tosca" e quem diz isso "desconhece o verdadeiro tokusatsu". E quem é ele pra dizer o que é ou o que não é tokusatsu?
Gente, um fã do gênero que se preze deve saber que tokusatsu não são apenas as séries de super-heróis da terra do sol nascente. Mas também são séries americanas do tipo sci-fi como Star Wars, Star Trek, Perdidos no Espaço, Babylon 5, Smallville e tantos outros com efeitos especiais. É preciso que se diga que esse é o elemento principal que define uma série ser tokusatsu para os japoneses. E não é meia dúzia de haters inconformados que vai mudar essa realidade.
Power Rangers é tokusatsu sim, tem efeitos especiais, não é uma imitação e como adaptação ocidental tem carta branca da Toei até o dia que cão miar. E essa atitude de proibir menções sobre as adaptações americanas (sejam boas ou ruins) são atos de cunho inconstitucional, antidemocrático e até, em casos extremos, de xenofóbico. E não é de hoje que vejo isso por aí.
Quer assistir versões originais ou adaptações americanas, assista. Quer assistir os dois, melhor ainda. Como blogueiro, posso ter uma opinião e isso não me faz ser o dono da verdade. Outra pessoa é livre pra concordar ou discordar quando quiser, desde que haja respeito, isso é bem-vindo e salutar. Se tokusatsu serve mesmo de boa conduta de caráter para a hateria, vai aqui uma frase do iluminista francês Voltaire pra fechar o papo: "Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las."
Seja sincero: você não dava a mínima pra TV Globinho
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| Kamen Rider Dragon Knight era uma das atrações do bloco renegadas pelo público |
Pelo visto, mais de meio mundo que prestou prova ao ENEM andou reclamando a toa do tema de redação desta edição, e não se ligou que o assunto tem tudo haver mesmo com o fim da programação infanto-juvenil na TV aberta brasileira. No meio de tantas reclamações, acabam também por reclamar também da extinção do programa TV Globinho. Pra quem ainda não sabe, a Globo anunciou nesta quarta-feira (12) que a partir de abril do próximo ano a programação de sábado será ocupada pelos programas Mais Você, Bem Estar e Encontro. Estes vem sendo exibidos atualmente apenas de segunda à sexta, sendo que o programa da Fátima Bernardes ocupa o horário do bloco infantil há quase dois anos e meio.
É certo que tem tudo haver com uma possível proibição da propaganda infantil, que é adotada com mais vigor em alguns países do exterior. Por um lado a programação da TV enriquece de boa informação e por outra fica carente de uma programação diversificada para as idades menores. Não dá pra descartar o público adulto que assiste esta programação. Ok, a TV Globinho tinha o seu valor. Mas aqui vai um papo reto: quem se importa realmente com a programação infantil atualmente? Nos últimos anos o público reclamava que a programação do bloco estava uma m*** e uma b*** e que não estavam passando animes e tal.
O mais "trucidado" foi o memorável tokusatsu Kamen Rider Dragon Knight, que por ser uma adaptação americana (da série japonesa Kamen Rider Ryuki) não foi tão bem recebido. Por birra, perderam uma boa série dos últimos anos. Ao contrário do Japão que teve sucesso garantido e ganhou uma continuação em novel por lá.
Quando veio o programa da digníssima esposa de William Bonner, muitos, que reclamavam da falta de animes da TV Globinho, reclamaram da sua retirada da programação diária. Como se houvesse alguma "esperança" para passar Dragon Ball Z num péssimo horário e com a velha retalhação de cenas que só a Globo sabe fazer como ninguém. Vai entender, né? Mas venhamos e convenhamos o seguinte: se tem ou não animes, cartoons ou até mesmo tokusatsu na TV aberta brasileira isso não faz mais diferença. O mesmo vale para as séries americanas que são jogadas sem dó na madrugada ou são renegadas para alguma "geladeira" de emissora.
Tá certo que tem muito sentimento de nostalgia nesta hora. Isso é bom, mas tenhamos os pés no chão e vamos enxergar futuro. Cartoons e séries gringas caem bem na TV por assinatura e todos sabem disso. Não há mais espaço para as séries japonesas pra nossa TV. Infelizmente. Se aparecer, é lucro. Mas não vão passar de casos isolados. É por isso que eu venho dizendo há um bom tempo neste espaço que o futuro dos animes e dos tokusatsus - quando licenciados - são os streamings. E não venha me dizer que a pirataria é a "última saída" porque sabemos muito bem que não é e isso jamais deu e nem dará retorno algum. Aliás, o pessoal do JBOX escreveu uma crítica interessante e oportuna sobre essa escassez na TV brasileira. Leitura mais que obrigatória pra qualquer pessoa que se considera otaku. Ao invés de reclamarmos, temos mais é que ser coerentes com os fatos e ver o que mais pesa na balança numa hora como essas.
No mais, TV Globinho já fez a sua parte pra divulgar a programação do gênero. Por outro lado, ao invés de uma proibição, o mais viável seria uma reformulação na programação infantil. O Japão é um bom exemplo para ser seguido.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Tim Maia detona cultura "bunda-funk" de Anitta e cia em maratona musical
Na última semana eu vem sendo embalado por uma mega maratona do saudoso cantor Tim Maia em um canal de áudio na TV por assinatura digital SKY.
O motivo da maratona estar no ar é devido ao filme do eterno sídico que está em cartaz nos cinemas. Ainda não tive oportunidade de assistir, pois ando muito atarefado nesses dias. Principalmente nos finais de semana. Mas sempre que sobra um tempo livre estou parando pra ouvir enquanto este maravilhoso playlist está no ar.
A verdade é que Tim Maia e tantos outros cantores de sua geração são oito mil vezes melhores do que essa garotada que está aí só pra se aparecer na mídia. Não me envergonho de assumir meu gosto musical. Já fui confrontado algumas vezes pelos mais novos quanto à minha preferência pelas músicas mais antigas (sejam nacionais ou internacionais) e já fui chamado de tiozinho, velho, coroa e coisas do tipo. Não que eu viva perdido num saudosismo extremista e despreze as músicas atuais. Pelo contrário, tem muita música boa hoje em dia como também há muita porcaria sendo jogada à força nas rádios populares como se fosse estrume em cano de esgoto. Inclusive, eu já comentei isso algumas vezes quando toquei na ferida no assunto Globo de Ouro - e que devo tocar mais vezes nas próximas semanas durante o revival chamado Palco Viva.
Mas se tratando do repertório de Tim, ele como precursor da autêntica funk music tem muito para ensinar a molecada a COMO FAZER músicas de qualidade e de caráter. Tipo daquelas músicas pancada que você começa a escutar e dizer algo como: "Eita, rapaz! Vixe Maria! "Ô saudade lá de casa!" e coisas do tipo. Ainda bem que nesses dias a minha cabeça está ecoada de boas músicas do Tim como "Telefone", "Pudera", "Amiga", "Pede A Ela", "Amigo Verdadeiro", "Me dê Motivo" que tem me deixado com o coração meio "maltratado", mas com jeitinho. Fora também aquelas mais alegres como "Descobridor dos Sete Mares", "Do Leme Ao Pontal", "Somos América", "Acenda o Farol", "Vale Tudo", "Chocolate", "Além do Horizonte" (com a participação do tremendão Erasmo Carlos) e etc. Estas estão tocando à exaustão no tal canal especial de áudio. Curiosamente, ontem acabou tocando por acidente (ou talvez por referência) a música "Você" na versão dos Paralamas do Sucesso.
Confesso que gosto mais do estilo romântico. Daquelas que falam com mais profundidade/contemplação sobre qualquer situação de alegria ou sofrimento e que exprime sentimentos genuínos. Os arranjos oitentistas são os mais admirados deste blogueiro. Esse tipo de cuidado e tratamento é que falta para a música brasileira do século XXI. Mesmo após 16 anos de sua morte, Tim Maia ainda é lembrado pelos amantes da verdadeira Música Popular Brasileira e tem mais é que estar na OBRIGAÇÂO desse legado ser passado de geração pra geração. Que a memória musical de nosso país está entrando gradativamente em crise é fato e temos que preservar e manter a memória póstuma deste grande artista nacional como patrimônio histórico-cultural.
Ao contrário de Anitta, Valesca Popozuda, MC Serginho, Bonde do Tigrão e outros famigerados que jamais fizeram ou irão ousar fazer em vida (como ser profundamente romântico, por exemplo), Tim era multitalentoso e mandava brasa. Tocava vários instrumentos como violão, guitarra e bateria; Teve influência de vários cantores da black music como Ray Charles e James Brown; Sem contar que era maestro e empresário. Ainda inspira vários artistas, incluindo o filho Léo Maia e o sobrinho Ed Motta. Em 2004 reuniu vários artistas gabaritados para um dueto de tributo. E ainda tem gente que tenta me convencer de que os "representantes" do atual funk carioca e outros gêneros como sertanejo tem algum "talento" - com letras apelativas e sem sentido. Realmente essa piada não cola de tão sem graça.
Os fãs de Anitta e seus derivados que me perdoem, mas estes jamais terão a quantidade e qualidade curricular como teve o grande mestre da música funk brasileira. Não é com qualquer besteirol, mas sim com seriedade/profissionalismo/romantismo é que se enriquece a cultura musical de um país. Tim Maia tem tudo isso e outros dons que são indescrevíveis e que fazem bem à saúde e deixam o ouvinte com mais vontade de curti-lo várias e várias vezes sem se cansar. Este deve ser reconhecido e respeitado por uma geração que está oca, musicalmente falando, e é muito menos sensível à canções que falam e retratam sobre o amor. O que é uma lástima, infelizmente
Enfim, vale tudo pra apreciar a obra de Tim Maia e não existe idade para ouvir música boa. Nem que seja pra beber... um guaraná, suco de cajú e goiabada para sobremesa. E dá-lhe-que-dá-lhe Tim! ;)
O motivo da maratona estar no ar é devido ao filme do eterno sídico que está em cartaz nos cinemas. Ainda não tive oportunidade de assistir, pois ando muito atarefado nesses dias. Principalmente nos finais de semana. Mas sempre que sobra um tempo livre estou parando pra ouvir enquanto este maravilhoso playlist está no ar.
A verdade é que Tim Maia e tantos outros cantores de sua geração são oito mil vezes melhores do que essa garotada que está aí só pra se aparecer na mídia. Não me envergonho de assumir meu gosto musical. Já fui confrontado algumas vezes pelos mais novos quanto à minha preferência pelas músicas mais antigas (sejam nacionais ou internacionais) e já fui chamado de tiozinho, velho, coroa e coisas do tipo. Não que eu viva perdido num saudosismo extremista e despreze as músicas atuais. Pelo contrário, tem muita música boa hoje em dia como também há muita porcaria sendo jogada à força nas rádios populares como se fosse estrume em cano de esgoto. Inclusive, eu já comentei isso algumas vezes quando toquei na ferida no assunto Globo de Ouro - e que devo tocar mais vezes nas próximas semanas durante o revival chamado Palco Viva.
Mas se tratando do repertório de Tim, ele como precursor da autêntica funk music tem muito para ensinar a molecada a COMO FAZER músicas de qualidade e de caráter. Tipo daquelas músicas pancada que você começa a escutar e dizer algo como: "Eita, rapaz! Vixe Maria! "Ô saudade lá de casa!" e coisas do tipo. Ainda bem que nesses dias a minha cabeça está ecoada de boas músicas do Tim como "Telefone", "Pudera", "Amiga", "Pede A Ela", "Amigo Verdadeiro", "Me dê Motivo" que tem me deixado com o coração meio "maltratado", mas com jeitinho. Fora também aquelas mais alegres como "Descobridor dos Sete Mares", "Do Leme Ao Pontal", "Somos América", "Acenda o Farol", "Vale Tudo", "Chocolate", "Além do Horizonte" (com a participação do tremendão Erasmo Carlos) e etc. Estas estão tocando à exaustão no tal canal especial de áudio. Curiosamente, ontem acabou tocando por acidente (ou talvez por referência) a música "Você" na versão dos Paralamas do Sucesso.
Confesso que gosto mais do estilo romântico. Daquelas que falam com mais profundidade/contemplação sobre qualquer situação de alegria ou sofrimento e que exprime sentimentos genuínos. Os arranjos oitentistas são os mais admirados deste blogueiro. Esse tipo de cuidado e tratamento é que falta para a música brasileira do século XXI. Mesmo após 16 anos de sua morte, Tim Maia ainda é lembrado pelos amantes da verdadeira Música Popular Brasileira e tem mais é que estar na OBRIGAÇÂO desse legado ser passado de geração pra geração. Que a memória musical de nosso país está entrando gradativamente em crise é fato e temos que preservar e manter a memória póstuma deste grande artista nacional como patrimônio histórico-cultural.
Ao contrário de Anitta, Valesca Popozuda, MC Serginho, Bonde do Tigrão e outros famigerados que jamais fizeram ou irão ousar fazer em vida (como ser profundamente romântico, por exemplo), Tim era multitalentoso e mandava brasa. Tocava vários instrumentos como violão, guitarra e bateria; Teve influência de vários cantores da black music como Ray Charles e James Brown; Sem contar que era maestro e empresário. Ainda inspira vários artistas, incluindo o filho Léo Maia e o sobrinho Ed Motta. Em 2004 reuniu vários artistas gabaritados para um dueto de tributo. E ainda tem gente que tenta me convencer de que os "representantes" do atual funk carioca e outros gêneros como sertanejo tem algum "talento" - com letras apelativas e sem sentido. Realmente essa piada não cola de tão sem graça.
Os fãs de Anitta e seus derivados que me perdoem, mas estes jamais terão a quantidade e qualidade curricular como teve o grande mestre da música funk brasileira. Não é com qualquer besteirol, mas sim com seriedade/profissionalismo/romantismo é que se enriquece a cultura musical de um país. Tim Maia tem tudo isso e outros dons que são indescrevíveis e que fazem bem à saúde e deixam o ouvinte com mais vontade de curti-lo várias e várias vezes sem se cansar. Este deve ser reconhecido e respeitado por uma geração que está oca, musicalmente falando, e é muito menos sensível à canções que falam e retratam sobre o amor. O que é uma lástima, infelizmente
Enfim, vale tudo pra apreciar a obra de Tim Maia e não existe idade para ouvir música boa. Nem que seja pra beber... um guaraná, suco de cajú e goiabada para sobremesa. E dá-lhe-que-dá-lhe Tim! ;)
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Perdidos no Espaço pode ter um reboot em 2015
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| Projeto para refazer a série clássica está em fase de ideias |
A clássica série Perdidos no Espaço, criada pelo saudoso Irwin Allen (autor de outras séries sci-fi juvenis como Viagem ao Fundo do Mar, Túnel do Tempo e Terra de Gigantes), poderá ganhar uma nova série de TV no ano que vem. O motivo propício seria pela comemoração dos 50 anos do programa que esteve no ar entre 1965 e 1968.
A ideia do reboot é do produtor Kevin Burns que é fã da obra de Allen e que está ansioso com o projeto. Com ele estão trabalhando os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, dupla que já trabalhou no recente filme Drácula – Uma História Nunca Contada. Ainda é cedo para a divulgação de elenco.
Não é a primeira vez que Burns tenta reviver a série. Em 2003 produziu um piloto para a Warner intitulado como The Robinsons: Lost in Space, mas foi rejeitada pelo simples fato de não haver o Dr. Smith na trama. Burns tentou produzir um telefilme que contava a trajetória da série e com a participação dos atores originais, mas foi abortado quando morreu o ator Jonathan Harris, o próprio Dr. Smith. Burns já produziu dois documentários sobre a série.
Para quem não lembra, Perdidos no Espaço (Lost in Space) contava a história da Família Robinson que partia em missão espacial no ano de 1997 (segundo às visões futurísticas dos anos 60). A nave Júpiter 2 foi sabotada pelo malandro Dr. Smith e toda a tripulação pousou em um estranho planeta onde há diversos seres bizarros. O vilão foi o astro maior da série e esteve de passagem pelo Brasil nos anos 70, devido à fenomenal popularidade. Apesar do grande sucesso, Perdidos no Espaço foi cancelado por problemas de verba da produção. Foi um dos primeiros trabalhos do renomado músico John Williams (o mesmo de vários filmes do diretor Steven Spielberg e dos filme da série Star Wars) nas inserções e produções das BGMs.
Por aqui, a série foi lançada em 4 de dezembro de 1966 às seis da tarde pela Record, sendo exibida inicialmente apenas em São Paulo e colada com o programa Jovem Guarda. Ganhou projeção maior na Globo em 1970 e seguiu por outras emissoras como Tupi (em 1978), Bandeirantes (em 1980), Gazeta (1988), e retornando para a Record (em 1990). Sua últimas exibições foram nos canais pagos Fox (1997-98) e FX (2003-07).
A título de curiosidade, Perdidos no Espaço ficou conhecido nacionalmente no Japão pelo título Uchuu Kazoku Robinson (Família Espacial Robinson), tendo apenas as duas primeiras temporadas exibidas em horário nobre pelo canal TBS.
Perseguição de Gordon eleva a tensão em Gotham
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| Bullock e Gordon em ação |
Gotham tem sido uma grata surpresa para esta temporada das séries americanas. Além de ter aquele tom sombrio do universo de Batman (que é mais do que um simples praxe), está explorando muito bem os personagens que já conhecemos e outros que passam despercebidos pra quem não acompanha as HQs do homem-morcego.
[SPOILERS]
Atualmente (considerando a exibição brasileira) está acontecendo uma reviravolta ao redor de James Gordon por ele ter forjado a morte de Oswald Cobblepot (a.k.a. Pinguim). O vilão voltou para a cidade no final do episódio da semana passada e causou toda uma comoção por isso entre a justiça e a máfia. Gordon estaria enrascado de qualquer jeito, pois se tivesse mesmo matado o Cobblepot, ele estaria sendo preso e a série acabava ali mesmo.
Pela consequência, o policial foi procurado pelo na própria delegacia pelo criminoso Victor Zsasz. Detalhe: o carecão mandou todos os policias irem embora, ficando apenas Gordon. Daí começa toda uma troca de balas e uma emocionante perseguição contra o Gordon. Sem dúvida alguma, foi a cena mais eletrizante de Gotham até aqui. Daquelas de deixar o telespectador na ponta do sofá e roendo unhas. E pelo visto isso pode render boas doses de taquicardia. No mais, Gordon foi salvo por uma policial que pagou com a vida pelo ato. Mas o herói logo foi resgatado por Allen e Montoya.
Outro ponto a se destacar em Gotham é a guerra pelo poder entre os criminosos. Mas os que mais me chamam a atenção é o próprio Pinguim e a rainha do crime Fish Mooney (criada especialmente para a série de TV). Os dois tem uma forte ligação de ódio subtendido. Pinguim aparenta ser um cara bobo, mas a gente sabe que ele é canastrão. E olha que foi bem curioso vê-lo como subordinado de alguém. Já Fish não tem escrúpulos e é a pior vilã da trama. A melhor performance da megera até agora foi naquele episódio onde ela selecionou duas finalistas para disputar num tapa pra ver quem seria sua escrava. (?!) No tapa é pouco. Uma teve que matar a outra pra estar ao lado de Mooney. Agora, aquela cena em que Mooney pedia para as duas seduzirem-na foi um tanto pesado, ainda mais prum programa situado na faixa das oito da noite nos EUA.
Gotham ainda tem muito para nos surpreender. Ainda bem que deram mais tempo para a série: de 16 subiu para 22 episódios. Merecidíssmo.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Kaitou Joker; o ladrão fantasma
Um dos animes que está sendo apostado para este outono é a série Kaitou Joker. O desenho já vinha sendo anunciado com uma certa expectativa como o
carro-chefe do canal UHF japonês TOKYO MX desde o final de julho, sendo o primeiro da temporada atual a ter um tratamento maior e antecipação de divulgação. Esta sendo transmitido todas as segundas-feiras das 19:00 às 19:30 dentro do bloco MX Anime Paradise, onde atualmente são exibidas reprises de diversos animes clássicos como Fullmetal Alchemist, InuYasha, Polymer, Touch, dentre outros; com direito à reprise nas quartas-feiras das 19:30 às 20:00. Além de ter transmissão alternativa no canal pago infantil Kids Station (domingos, 7:00~7:30).
A história do estilo cartoon (personagens propositalmente de baixa estatura) conta sobre um popular ladrão de artefatos e tesouros conhecido como Kaitou Joker (ou Joker, o Ladrão Fantasma como foi adaptado por aqui) que é o número um da lista dos mais procurados do mundo do crime. Só que Joker não é um ladrão comum. Além de ser inteligente e calculista, é mestre em truques e é grandioso em criar milagres (ok, ele não é um deus ou um santo). Sua marca registrada é anunciar o que vai, onde vai e quando vai roubar. Isso inclui também a abertura do programa. Até aí pode parecer óbvio demais. Mas acredite, essa é a graça do anime. Sempre quando há um aviso antecipado, há encrenca pro seu lado e a polícia o persegue. O que é imprevisível, de fato, é como Joker se sai bem na vida. Dentre suas habilidade, seu maior trunfo é a arte de disfarçar a si ou a quem ele quiser através de seus chicletes especiais. (Cuma?!) Isso tudo pra um ladrão que tem uma aparência de um adolescente.
Joker é perseguido por Dokusaburou Oniyama, um policial atrapalhado, que conta com suas assistentes em sua missão. É também o braço direito do ricaço (travecão) Kaneari, a primeira vítima do ladrão. Logo no primeiro episódio, Joker conta com a ajuda nanico ninja Haichi, que passa a ser o seu dissípulo a partir do final do primeiro episódio.
O enredo não se foca em uma única missão, passando a contar casos isolados de maneira cômica e familiar. A história tem bons momentos e ganha um tom a mais de disputa quando surge King, um antigo rival de Joker que esconde um segredo sobre a identidade do lendário Kaitou Spade. Os dois são intrigados desde os tempos de infância e King busca vingança por Joker ter lhe trapaceado de uma maneira bem travessa (só vocês vendo pra rachar de rir). O quinto episódio - exibido nesta semana - nos apresenta o verdadeiro mestre de Joker e King, que aliás, aparece em todo santo episódio pra dar seus pitacos ao explicar as artes do anti-herói. Joker também terá outro rival: a garota loira que atende pela alcunha de Queen, e que carrega consigo seu inseparável cãozinho verde.
Kaitou Joker é uma criação do autor Hideyasu Takahashi e o mangá é vencedor na categoria infantil do 58º Shogakukan Mangá Awrads, em 2013. Sim, a série é infantil e não tem grandes pretensões, mas consegue divertir e arrancar boas risadas de quem se depara com qualquer episódio. Seu compromisso é com o bom humor, tendo como público principal crianças e adolescentes. Os adultos também são bem-vindos à "esta noite maravilhosa". Pode não ser o melhor da temporada, mas toda a divulgação e destaque são válidos para tais qualidades. Não deixem de conferir.
Kaitou Joker está disponível no Brasil via Crunchyroll, sempre com um novo episódio às segundas-feiras pela manhã.
carro-chefe do canal UHF japonês TOKYO MX desde o final de julho, sendo o primeiro da temporada atual a ter um tratamento maior e antecipação de divulgação. Esta sendo transmitido todas as segundas-feiras das 19:00 às 19:30 dentro do bloco MX Anime Paradise, onde atualmente são exibidas reprises de diversos animes clássicos como Fullmetal Alchemist, InuYasha, Polymer, Touch, dentre outros; com direito à reprise nas quartas-feiras das 19:30 às 20:00. Além de ter transmissão alternativa no canal pago infantil Kids Station (domingos, 7:00~7:30).A história do estilo cartoon (personagens propositalmente de baixa estatura) conta sobre um popular ladrão de artefatos e tesouros conhecido como Kaitou Joker (ou Joker, o Ladrão Fantasma como foi adaptado por aqui) que é o número um da lista dos mais procurados do mundo do crime. Só que Joker não é um ladrão comum. Além de ser inteligente e calculista, é mestre em truques e é grandioso em criar milagres (ok, ele não é um deus ou um santo). Sua marca registrada é anunciar o que vai, onde vai e quando vai roubar. Isso inclui também a abertura do programa. Até aí pode parecer óbvio demais. Mas acredite, essa é a graça do anime. Sempre quando há um aviso antecipado, há encrenca pro seu lado e a polícia o persegue. O que é imprevisível, de fato, é como Joker se sai bem na vida. Dentre suas habilidade, seu maior trunfo é a arte de disfarçar a si ou a quem ele quiser através de seus chicletes especiais. (Cuma?!) Isso tudo pra um ladrão que tem uma aparência de um adolescente.
Joker é perseguido por Dokusaburou Oniyama, um policial atrapalhado, que conta com suas assistentes em sua missão. É também o braço direito do ricaço (travecão) Kaneari, a primeira vítima do ladrão. Logo no primeiro episódio, Joker conta com a ajuda nanico ninja Haichi, que passa a ser o seu dissípulo a partir do final do primeiro episódio.
O enredo não se foca em uma única missão, passando a contar casos isolados de maneira cômica e familiar. A história tem bons momentos e ganha um tom a mais de disputa quando surge King, um antigo rival de Joker que esconde um segredo sobre a identidade do lendário Kaitou Spade. Os dois são intrigados desde os tempos de infância e King busca vingança por Joker ter lhe trapaceado de uma maneira bem travessa (só vocês vendo pra rachar de rir). O quinto episódio - exibido nesta semana - nos apresenta o verdadeiro mestre de Joker e King, que aliás, aparece em todo santo episódio pra dar seus pitacos ao explicar as artes do anti-herói. Joker também terá outro rival: a garota loira que atende pela alcunha de Queen, e que carrega consigo seu inseparável cãozinho verde.
Kaitou Joker é uma criação do autor Hideyasu Takahashi e o mangá é vencedor na categoria infantil do 58º Shogakukan Mangá Awrads, em 2013. Sim, a série é infantil e não tem grandes pretensões, mas consegue divertir e arrancar boas risadas de quem se depara com qualquer episódio. Seu compromisso é com o bom humor, tendo como público principal crianças e adolescentes. Os adultos também são bem-vindos à "esta noite maravilhosa". Pode não ser o melhor da temporada, mas toda a divulgação e destaque são válidos para tais qualidades. Não deixem de conferir.
Kaitou Joker está disponível no Brasil via Crunchyroll, sempre com um novo episódio às segundas-feiras pela manhã.
Novo encontro da Família Ultra nos cinemas em 2015
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| 10 Ultras em ação nas telonas na próxima primavera japonesa |
A Tsuburaya anunciou neste fim de semana um novo filme da Família Ultra. Ultraman Ginga S The Movie: Great Battle! Ultra 10 Warriors reunirá os guerreiros Tiga, Dyna, Gaia, Cosmos, Nexus, Max, Mebius, Zero, Ginga e Victory em uma única aventura. Mais um histórico crossover da franquia dos gigantes prateados.
No elenco estão confirmadas as participações dos atores Takuya Negishi (Hikaru Raido/Ultraman Ginga), Kiyotaka Uji (Shou/Ultraman Victory), além do retorno de Taiyou Sugiura (Musashi Haruno/Ultraman Cosmos). Vale o destaque para a atriz Arisa Komiya, a Yoko Usami/Yellow Buster da série Tokumei Sentai Go-Busters, como uma belíssima vilã que aprisiona os heróis em um espelho mágico.
Com direção de Koichi Sakamoto, Ultraman Ginga S The Movie: Great Battle! Ultra 10 Warriors estreia nos cinemas do Japão em 14 de março de 2015. Confira mais imagens e o trailer do longa:
SANA Fest divulga suas atrações para janeiro
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| Cavaleiros In Concert estará em Fortaleza-CE em 2015 |
Na noite deste domingo (9) o SANA divulgou em sua fan page oficial no Facebook as atrações da oitava edição do SANA Fest, que acontece geralmente no final de janeiro e serve como uma "prévia" da tradicional edição do meio do ano. O carro-chefe deste ano está por conta do aguardadíssimo Cavaleiros In Concert, formado pelos cantores nacionais Ricardo Cruz (da banda japonesa JAM Project), Edu Falaschi (ex-Angra), Larissa Tassi (ex-Larissa e William) e Rodrigo Rossi. Todos os quatro, obviamente, ligados à temas nacionais do anime Os Cavaleiros do Zodíaco e estão em turnê pelo Brasil afora em comemoração dos 20 anos de Seiya e sua turma por aqui.
EXCLUSIVO! Entrevista com William Kawamura, da dupla Larissa e William
Dois dubladores também foram convidados para esta edição: Luciano Monteiro e Eduardo Borgerth, respectivamente donos das vozes nacionais dos personagens Finn e Jake do desenho A Hora da Aventura (exibido no Cartoon Network). Para os fãs mais antigos, Borgerth conhecido por ter sido o segundo dublador do personagem Fox Mulder da série americana Arquivo X. Nas séries de tokusatsu interpretou os heróis Dai Sawamura na série Shaider e Daigô Madoka na série Ultraman Tiga. Já Luciano chegou a participar de uma convenção em Nova Iorque e já dublou personagens como Charlie no filme A Fantástica Fábrica de Chocolate, Caruso em Everybody Hates Chris, Freddie Benson em iCarly, dentre outros.
Outras atrações ficam por conta da banda The Kira Justice, Detonador e as Musas do Metal, e dos Youtubers Guilherme Damiani (Damianizando), Zangado (Zangado Games), Nyvi Estephan (Gamewise), Mariana Satty (PenseGeek), Kaio Oliveira (Xafurdaria) e os integrantes do Suricate Seboso.
O SANA Fest acontece nos dias 24 e 25 de janeiro de 2015 no Centro de Eventos do Ceará. Mais informações e vendas de ingressos no site oficial e na fan page do evento.
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