quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Paulo Celestino deu um show como Máscara da Morte no filme A Lenda do Santuário

Paulo nos estúdios da DuBrasil (Foto: Divulgação/CavZodiaco)

Perdemos mais um talento na dublagem. Paulo Celestino nos deixou na manhã desta terça-feira, dia 7 de novembro. Quem vivenciou os anos 90, provavelmente irá lembrar sua voz como o Babar adulto, do desenho As Aventuras de Babar. Exibido na programação infantil da TV Cultura. Nas séries tokusatsu foi o vilão Gatezone de Kamen Rider Black RX e fez um trabalho que lembra um pouco a atuação de Ricardo Petinne. O Taurus (Bilgenia) de Kamen Rider Black.

Foi em Cavaleiros do Zodíaco que Paulo deixou seu principal legado. Inicialmente como Ohko e como Jango, foi eternizado na lembrança dos fãs como o terrível Máscara da Morte de Câncer. Sua última atuação como o personagem foi em Os Cavaleiros do Zodíaco: Alma de Ouro, que será lançado direto-para-vídeo no Brasil em 2018, pela PlayArte.

Sua maior e melhor interpretação, sem dúvida alguma, foi no filme Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário. A atuação desta versão do Máscara da Morte dividiu opiniões na época do lançamento. Ainda assim, mesmo que aparentemente fugindo um da essência do vilão, se aproximou do Contador da Morte de Câncer, do mangá Next Dimension e de outras referências ligadas ao teatro grego. Paulo deu um show de interpretação que lembrou algo como musicais da Disney, por exemplo. Sempre que assisto ao filme, me divirto com a versatilidade que ali ele deixou. A cena não será vista da mesma forma após a morte de Paulo Celestino. Melhor dizendo, além de nos fazer rir (que é o meu caso) ou se irritar, haverá um pesar na minha lembrança.

Em homenagem ao mestre de ouro, deixo um vídeo deste momento que ficará marcado na história da carreira de Paulo Celestino:


terça-feira, 7 de novembro de 2017

A noite em que Pokémon contagiou gerações

Ash e Pikachu no mais novo filme da série Pokémon

Quem acompanha este blog sabe que costumo escrever resenhas de análises e primeiras impressões, incluindo lançamentos. Desta vez eu vou abrir uma exceção e fazer um pouco diferente. Sera mais do que isso. Algo mais pessoal. Nos dias 5 e 6 de novembro estava em cartaz Pokémon O Filme: Eu Escolho Você! pelas redes de cinema UCI, Cinépolis e Cinemark. Eu assisti na última exibição. Minha intenção era acompanhar a estreia, mas não deu certo. Confesso que pensei que o filme iria atrair mais adultos do que crianças. Isso porque Pokémon tem bastante fãs das antigas. Ledo engano meu.

Assim que foi sinalizada a fila para a sala 10 do UCI Iguatemi (Fortaleza), corri diretamente para lá. Modéstia à parte, fui o primeiro da fila. Estava esperando desde cedo. Tipo meia hora ou quarenta e cinco minutos antes. Me surpreendi com a quantidade de pessoas que foram assistir e também pela variação de idades. Seria normal isso acontecer com uma exibição de filme da Marvel, da DC ou mesmo de Star Wars. Ora, estamos falando de um animê infantil. E não há nada errado nisso. Tanto crianças como adultos podem sim assistir numa boa. Não existe essa de idade x e y (sem trocadilhos) para assistir um filme voltado para a família. É isso que Pokémon é desde sempre (mesmo que venham aí pseudo-pastores tentar "provar" o contrário com teorias fajutas e lendas urbanas furadas).

Não sou um fã assíduo de Pokémon. Acompanhei a estreia da série no Brasil via Rede Record na manhã do dia 10 de maio de 1999 (coincidentemente, a mesma data de extinção da Rede Manchete). Assistia as duas primeiras temporadas. A partir da terceira, perdi o interesse com o tempo, já que Digimon era minha paixão de adolescência junto com Dragon Ball Z, Samurai X, Patlabor, Yu-Gi-Oh!, Batalha dos Planetas, etc. Vi alguns episódios de temporadas recentes, mas essas nunca me prenderam. Sempre que podia, acompanhava as reprises da Indigo League.

Pokémon O Filme: Eu EScolho Você! não é qualquer filme aleatório da franquia. É o vigésimo da saga de Ash e Pikachu. Além de ser comemorativo aos 20 anos de Pokémon, o longa é o primeiro da série Sun and Moon. Estreou no Japão em 15 de julho deste ano. O Brasil e outros países tiveram exibição limitada nos cinemas. O que chamou atenção foi o simples fato do filme recontar o início de jornada de Ash para se tornar um mestre Pokémon. Há momentos que são impossíveis de não serem lembrados por quem assistiu a série clássica. Porém a maneira de contar é diferente, muitas vezes resumida e tentando passar alguma emoção parecida com o que vimos há (quase) 20 anos. Sem contar com o descompromisso de cronologia, passando por alguns momentos importantes e referências surgindo no meio do caminho.

Misty e Brock não existem. No lugar deles estão Sorrel e Verity. Novos amigos de Ash e também treinadores de Pokémon. Em meio a jornada, o foco esteve na procura de Ash pelo lendário Pokémon Ho-Oh. Aquele mesmo pássaro que apareceu no primeiro episódio. Por outro lado, a Equipe Rocket tentando aprontar e roubar monstros de bolso. Quem gosta do trio Jesse, James e Meowth deve ter se decepcionado por eles terem sido inúteis e terem chances desperdiçadas para tocar o terror quando podiam. Esse ponto negativo não atrapalha, já que o arrogante treinador Cross é, digamos, o vilão principal que também está em busca de Ho-Oh.

Como todos devem saber, a dublagem de Pokémon foi transferida para o Rio de Janeiro há algum tempo. O simpático dublador Charles Emanuel é quem está com a difícil tarefa de substituir Fábio Lucindo, que atualmente mora fora do país e não tem mais a mesma voz que tinha há 18 anos. A qualidade é mediana. Ponto para Sérgio Strern que conseguiu aproximar a sua voz com a de Armando Tiraboschi na interpretação do Meowth.

Foi legal ver uma platéia de todas as idades assistindo, rindo e vibrando com uma boa animação japonesa. Não é qualquer animê. É Pokémon sacudindo mais uma vez o brasileiro. Pude então experimentar uma porção do fenômeno em apenas 1h38 de filme. Tinha criança que manjava do assunto, comentava e fazia comparações com as temporadas anteriores. Entrei um pouco também na conversa e dei meus pitacos. Pra mim era como voltar aos velhos tempos de escola. Nos minutos finais tinha uma criança bem animada que até a frente pra ver o Pikachu de pertinho. É raro ver pessoas esperando até o fim dos créditos para sair da sala. Culpa do efeito do fenômeno Pokémon. Coisa que nem o Thor consegue fazer em cenas pós-créditos e duvido que a nossa querida Liga da Justiça repita tal proeza nas próximas semanas. As emoções foram encerradas com aplausos e ovações como eu nunca tinha ouvido há tempos numa exibição de animê em tela grande.

A última noite de Pokémon: Eu Escolho Você foi digna de estreia e glamour. Não ganhei um card de brinde, mas ganhei uma boa lembrança do momento em que um desenho japonês - ainda subestimado por muita gente que se acha adulto demais para ver esse tipo de programa - contagiou gerações. Independente do espectador ser um fã hardcore ou um curioso leigo. Se o novo filme resumiu principais momentos da série clássica, nós é quem tivemos flashes de uma fabulosa época que não volta mais. Pokémon é homenageado nesse 20º aniversário e quem ganhou presente foi o público.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Parceria entre Kei e escritora ambiciosa promete ser uma loucura em Ultraman Geed

Arie em sua primeira aparição (Foto: Reprodução/Crunchyroll)

Estamos quase na reta final de Ultraman Geed e muita coisa vem nos surpreendendo desde sua estreia em julho. Temos ótimos atores, excelentes atuações, personagens cativantes e uma trama muito bem trabalhada. É de longe a melhor série Ultra dos últimos cinco anos. Um dos atores que merecem destaque é Kunito Watanabe como Kei Fukuide. Antes da estreia, muita gente pensava que ele seria um segundo Jugglus Juggler, vilão de Ultraman Orb. O tempo provou em pouquíssimos episódios o potencial de um vilão mais sagaz, somado a uma excelente atuação.

Se você acompanha semanalmente Ultraman Geed na Crunchyroll, sabe que Belial foi derrotado no episódio 17 e isso atingiu Kei Fukuide que perdeu a memória e está foragido por matar seu editor e ainda por cima é perseguido por Dada (alienígena que apareceu pela primeira vez na série original do Ultraman). Em seu caminho surge a escritora Arie Isikari (Ryoko Kobayashi), que pretende lançar um livro e ser famosa. Investigando sobre Kei, ela decide escrever um conto baseado na morte do editor de Kei. Ao recobrar a memória, Kei se declara "herdeiro de Belial" e invoca seus monstros. Escondida, Arie viu Riku se transformar em Ultraman Geed e quase viu Leito se transformar em Ultraman Zero. Vendo Kei em ação, decide ajudá-lo.

Essa nova personagem é promissora e deve uma grata surpresa na série por ter um lado sutilmente louco. Sabe-se lá qual a intenção da garota em ajudar um sujeito maquiavélico como Kei - e que ainda por cima domina o poder das trevas. O normal seria a garota fugir ou coisa do tipo. Bem, ela resolveu ajudá-lo para obter um benefício próprio que certamente lhe custará muito caro por tal ambição. No mais, essa parceria tem tudo para ser uma coisa louca (no bom sentido, é claro) e dar aquela dor de cabeça para Riku e seus amigos. Imprevisibilidade chegando e isso é ótimo para a trama.


Kei no episódio desta sexta (3) (Foto: Reprodução/Crunchyroll)

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Problemas técnicos e falta de popularidade acabaram com o canal de streaming Daisuki

One-Punch Man teve sua primeira exibição oficial no Brasil pela extinta plataforma

No ar desde 16 de maio de 2013, o canal de streaming Daisuki chegou ao seu final nesta terça (31). Com o propósito parecido da Crunchyroll em manter o foco em animações japonesas, o serviço não tinha o mesmo carisma que sua concorrente. Tentou emplacar, embora tivesse episódios semanais, temporários e gratuitos.

O Daisuki teve uma relativa fama no Brasil pelas exibições simultâneas dos animês Os Cavaleiros do Zodíaco: Alma de OuroOne Punch Man e até Dragon Ball Super. Além desses títulos, o extinto canal tinha em seu catálogo séries como Sword Art Online, Madoka Magica, Gundam, etc. Era uma opção a mais para quem procura esse tipo de material de forma legal/oficial.

Bater de frente contra um canal de streaming consolidado como a Crunchyroll é bem difícil. Uma nova plataforma do tipo e com o mesmo seguimento deveria ter, no mínimo, um diferencial que atraia mais assinantes. O mesmo vale para um serviço que tente bater de frente contra uma Netflix da vida com conteúdos variados. O Daisuki não tinha recursos suficientes para bater de frente. Não tinha a mesma popularidade que a Crunchy. Além de oferecer episódios da semana gratuitamente, o site e o aplicativo apresentavam constantes problemas técnicos. Talvez esses fatores atrapalharam a concorrência que tinha tudo pra dar certo, caso houvesse mais agressividade, digamos, para chegar à altura e sanar tais problemas.

Provavelmente o Daisuki não fará falta pra ninguém. Quem sabe para poucos. Isso pode ser muito bom ou muito ruim. Depende muito a quem realmente interessa. Uma pena que o canal não tenha ido pra frente como deveria e esteja fadado às trevas do esquecimento.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Stranger Things retorna como um novo clássico da cultura pop

Mike, Eleven e sua turma voltaram pra ficar (Foto: Divulgação/Netflix)

Definitivamente, Stranger Things é a melhor série exclusiva da Netflix. A primeira temporada conquistou o público com personagens cativantes, uma ótima história de ficção científica e vários elementos dos anos 80. Sem contar, é claro, as referências aos filmes clássicos de ficção-científica e terror. A segunda temporada estreou mundialmente na madrugada deste sexta (27) e expandiu a mitologia do Mundo Invertido.

A história se passa quase um ano depois dos eventos da temporada anterior na pacata cidade de Hawkins, Indiana. No final de outubro de 1984, véspera do Halloween. Mike e sua turma continuam mais nerds do que nunca e embalados pelo sucesso de Caça-Fantasmas, com direto a cosplays do quarteto e tudo mais. Porém, longe de Eleven, que está sob proteção do policial Hopper. Ao mesmo tempo em que está reintegrado ao convívio dos normal de sua família e amigos, Will continua atormentado pelas visões de Demogorgon.

O primeiro episódio se chama "Mad Max". Além de uma referência ao filme estrelado por Mel Gibson em 1979, surge uma nova personagem: Maxine (Sadie Sink). A valente garota é excelente jogadora que rouba os corações de Lucas e Dustin (este último deixou de ser banguelo). A garota é irmã do valentão Billy, que se torna um rival de Steve. Outro personagem novo é Bob Newby, o novo amor de Joyce (Winona Ryder).

Billy e Bob são destaques no elenco de Stranger Things. O primeiro é interpretado por Dacre Montgomery, o Ranger Vermelho do reboot de Power Rangers. Já o segundo é vivido por Sean Astin, o Sam de O Senhor dos Anéis. Curiosamente, Astin (que agora parece estar "ligeiramente grávido") foi Mikey em Os Goonies. Um dos filmes que ganharam referência nesta nova temporada.

Stranger Things 2 dá continuidade às pistas que foram deixadas há um ano. Com um episódio a mais, Stranger Things 2 teve um episódio totalmente focado em Eleven e sua origem. Sem muito desenvolvimento, mas o bastante para definir o rumo da garota paranormal no programa. Mais uma vez a trama gira em torno de Will que está cada vez mais atormentado pelo Mundo Invertido. Fica a impressão de que Os Irmãos Duffer - criadores da série - foram sádicos com o garoto que tenta levar uma vida normal. Sofrimento que faz todo sentido para um trabalho primoroso. Stranger Things voltou para sagrar-se como uma das maiores e melhores séries da atualidade. Muito mais sombria do que antes, é digna de uma maratona completa num só dia ou num único fim de semana. Merece mais uma rodada e quem sabe uma terceira temporada em 2018 ou 2019.

Os Irmãos Duffer criaram mais uma vez uma história onde são encaixadas várias referências aos clássicos de maior sucesso dos tempos dourados do cinema. Stranger Things é mais que uma série. É um título promissor que divulga e renova o interesse por filmes antigos de ação, aventura, suspense, terror e ficção-científica. Vale tanto para os mais antigos quanto para os jovens, que é o público-alvo. Estamos diante de um novo clássico que abraça uma antiga geração, sem barreiras e sem desculpas.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Maratona de Megaranger acontece neste fim de semana


Denji Sentai Megaranger, série Super Sentai que deu origem ao clássico nipo-americano Power Rangers no Espaço, é o sexto título da franquia da Toei lançado oficialmente nos EUA. Como é de praxe da Shout! Factory, distribuidora responsável pelos lançamentos das séries Super Sentai em DVD na terra do Tio Sam, acontecerá uma maratona com os primeiros sete episódios desta atração. Assim como aconteceu com Zyuranger, Dairanger, etc.

Os episódios serão exibidos com áudio original e legendas em inglês no próximo sábado, 28 de outubro, através do site oficial da Shout! Factory e no canal Pluto TV Channel a partir das 13h do Leste (15h de Brasília).

A maratona servirá como divulgação do DVD-box de Megaranger em 31 de outubro nos EUA. É possível que durante a programação aconteça algum anúncio oficial de mais uma série Super Sentai de forma oficial no país.

Veja a chamada:

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Um palpite: Freeza vai sabotar o Torneio em Dragon Ball Super

Freeza está planejando algum plano maquiavélico? (Foto: Reprodução/Crunchyroll)

Pode ser que este blogueiro que vos escreve esteja certo ou errado, mas alguma coisa não cheira bem no momento atual do Torneio dos Doze Universos em Dragon Bal Super.

No episódio da semana passada, Freeza foi um tanto benevolente com Goku ao transferir parte de sua própria energia para o Saiyajin. Ali foi uma retribuição da clássica luta entre eles em Dragon Ball Z. Porém, Freeza ainda apresenta nuances de crueldade como aconteceu ao jogar Kyabe para fora da arena no episódio deste domingo (22). Até aí, não houve mortes. O que é proibido pelas regras do Torneio. Há a questão do Freeza ter traído Frost episódios atrás. Pode significar uma mudança na personalidade de Freeza? Sim, mas nada provável.

O que estou querendo dizer é que Freeza pode estar tramando um grande plano para sabotar o Torneio, tentando ganhar confiança dos demais guerreiros do Sétimo Universo. Algum plano inimaginável, talvez. É bom ficarmos atentos no que o vilão pode fazer antes mesmo do final do Torneio.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Netflix revela data de O Justiceiro em trailer explosivo

O anti-herói da Marvel está de volta

A espera acabou. Após muito suspense e até rumores sobre um adiamento, a Netflix revelou a data de lançamento da primeira temporada de O Justiceiro. Todos os 13 episódios serão disponibilizados pelo canal de streaming a partir de 17 de novembro. Jon Bernthal volta a interpretar o anti-herói da Marvel após sua participação na segunda temporada d'O Demolidor. O mais novo trailer está carregado de tiro, sangue e muita explosão.

Assista:

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Rede Brasil adquire novo pacote de animes

The Lost Canvas será exibido pela primeira vez na TV brasileira

Segundo informações do site Animation Info, a Rede Brasil adquiriu um novo pacote de animações japonesas. Em parceria com a distribuidora FlashStar, a emissora paulista irá exibir Os Cavaleiros do Zodíaco: The Lost Canvas e As Aventuras do Pequeno Príncipe. Além da animação Poporo: O Pequeno Pinguim, da Coréia do Sul e O Diário de Mika, produção brasileira indicada ao prêmio internacional Emmy Kids.

O anúncio oficial da nova programação da Rede Brasil deverá acontecer ainda na noite desta quarta (18) no programa Em Revista com Evê Sobral, que contará com convidados como os jornalistas Eduardo Vilarinho, Marcelo Del Greco, a dubladora Tânia Gaidarj, entre outros.

Até a publicação deste post, não há previsão de estreia dos novos programas. Os Cavaleiros do Zodíaco: The Lost Canvas ainda é inédito na TV brasileira. Seu lançamento aconteceu anos atrás diretamente para vídeo e atualmente é exibido via streaming pela Netflix. Já As Aventuras do Pequeno Príncipe é conhecido por sua exibição nos anos 80 pelo SBT. Os primeiros 16 episódios (de um total de 39) foram lançados em vídeo pela Focus Filmes e este mesmo lote também está disponível na Netflix.

Atualmente a emissora exibe - com exclusividade na TV brasileira - uma dobradinha entre Os Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball Z na faixa das 20h, com qualidade em alta definição.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Jiren virou clássico e salvou Dragon Ball Super

O guerreiro mais forte do 11º Universo (Foto: Reprodução/Crunchyroll)

Nas vésperas do especial de Dragon Ball Super na semana passada, havia uma grande expectativa sobre a duelo entre Goku e Jiren. Sem dúvida alguma, foi um episódio épico na mitologia. Não demorou muito para perecermos que o maior guerreiro do 11º Universo se tornou uma lenda entre os fãs. Um adversário clássico que será lembrado por muitos anos pela frente - quem sabe até com ar de saudosismo.

E ele continua surpreendendo. No episódio deste domingo (15), Jiren travou uma batalha contra Hit. Outra grande revelação em Dragon Ball Super. Hit foi superado por Jiren, mesmo usando todos os seus recursos de ataque. Saiu da arena como herói, mas Jiren se saiu melhor. É provável que ele possua mais técnicas e ainda não tenha mostrado tudo o que pode fazer.

Jiren salvou o Torneio dos Doze Universos de batalhas rápidas demais e não tão memoráveis. Não que estivesse ruim, entenda. A atuação de Jiren é imprevisível em Dragon Ball Super e só aumentou mais e mais o interesse pelo programa que vinha sofrendo furos, enrolações e personagens chatos (como a Ribrianne). Só tem a melhorar nos próximos episódios com a força de Jiren em evidência.

PS: No post anterior disse que Goku tinha se transformado num nível Super Saiyajin. Fui chamado atenção nos comentários de que se tratava de uma técnica. Como escrevi logo após o episódio e as informações eram destrinchadas, ficou claro que o Instinto Superior (ou Instinto Supremo) não pode ser uma transformação como estamos habituados. O Youtuber Nelson, da Casa do Kame, explicou passo-a-passo esse processo num vídeo recente.